Brasil, um país destruído pela corrupção. Se Baleia tivesse vencido, Maia teria montado praticamente uma partido político dentro da Câmara, que dominaria e controlaria, mesmo que à distância, e com mãos de ferro! Para vocês terem uma ideia, quando percebeu que seu fantoche perderia, principalmente com a debandada do DEM, uma das primeiras coisas que falou é que formará e liderará uma "frente ampla contra Bolsonaro"! É ou não é um canalha? Maia conseguiu fazer com que esses dois anos de governo Bolsonaro fossem quase totalmente perdidos. Com Maia amarrando o governo na Câmara, Alcolumbre no Senado, a mídia jogando baldes de fezes na imagem do governo, as infinitas traições internas e externas e os 11 bandidos do Judiciário, podemos dizer, sem perigo de errar, que é por puro milagre que ainda existe um governo Bolsonaro. Qualquer, e eu insisto, qualquer governo, por mais bem intencionado que fosse, teria sido completamente destroçado neste processo. É preciso entender a real natureza do problema, do que está por detrás de tudo. Não se trata de justiça ou injustiça, verdade ou mentira, patriotismo ou traição à pátria, mas de que pessoas e grupos tomaram para si o Estado brasileiro e perverteram TODO o estamento burocrático sobre o qual o país deveria funcionar para ser verdadeiramente um país justo. Vocês sabem que elites parasitas se apoderaram do Estado brasileiro e que jamais teríamos qualquer chance de tentar recuperá-lo sem um Bolsonaro. E este líder não precisa ser um grande intelectual para isso, muito pelo contrário, para tirar o país do atoleiro precisa ser minimamente honesto e forte, muito forte! Um Estado tem que funcionar como uma espécie de sinal de trânsito, regulando o fluxo honesto, correto e saudável das artérias econômicas de uma sociedade de forma justa e que permita que trabalhadores e empresários honestos possam ter autonomia sobre suas vidas e poder de decisão sobre os seus destinos. A verdadeira vida, a vida que cria riquezas e com ela saúde, educação e cultura, não está e nunca esteve no Estado. Sempre esteve e sempre estará APENAS na sociedade civil. Quando você paralisa e escraviza toda a sociedade civil e a obriga a sustentar milhões e milhões de pessoas, o teu país se transforma numa terra de miséria, dor e infinitos sofrimentos. São quase 20 milhões de pessoas que não produzem nenhuma riqueza concreta que são sustentadas por menos de 30 milhões de pessoas com carteira assinada, mas ganhando centenas de vezes menos. Um excelente advogado gasta a sola de sapato batendo à porta de vários escritórios para terminar ganhando 1.500 reais, mas faz um cursinho de merda para juiz e salta para absurdos100.000 reais (com penduricalhos criminosos e bonificações). Por isso os nossos jovens são tarados por concursos públicos, é compreensível individualmente falando, mas é criminoso e genocida politicamente falando. Quando alguns grupos se apossam do Estado, absolutamente TUDO se corrompe e se perde. A cultura (a verdadeira) desaparece completamente. Pessoas animalescas e estúpidas se transformam em "elite". Pessoas boas, inteligentes e honestas têm suas vidas destruídas pela impotência, desamparo e miséria. O judiciário se torna uma completa farsa, pois o 'logos' jurídico se perverte, se adapta e justifica toda forma de injustiça. A letra da lei se afasta completamente do que é justo, bom e verdadeiro. Aliás, para constatar isto basta ver a cara dos advogados que trabalham nos grandes e milionários escritórios de advocacia pelo país. Eles têm cara de puta, de depravados e lascivos. Todos têm a marca da devassidão típica de quem já vendeu a sua alma há décadas. Para piorar tudo, a corrupção e posse do Estado por uma falsa elite de parasitas é um campo fértil para o surgimento de fungos e bactérias, ou seja, a esquerda. Esquerdistas são o pior estrato humano de qualquer sociedade. São pessoas perigosas formadas no ódio e no ressentimento que se organizarão criminosamente e tentarão por todos os meios chegar ao poder para cometer toda espécie de crimes. Em sua fúria irracional destroem tudo que tocam e sempre levarão apenas miséria e dor para todos. É o mesmo fenômeno que acontece a um caminhão acidentado na estrada. Tal como moscas, milhares de saqueadores surgem de todas as partes deixando apenas um rastro de destruição. Isto acontece porque o "congelamento do Estado" pela política cooptada pelos parasitas cria infinitas formas de injustiças. Todo o orçamento, por exemplo, tirado de quem produz é sequestrado para sustentar milhões que nada produzem. A conta simplesmente não fecha. Muita gente não sabe que muito do que Bolsonaro está fazendo pelo país é através do dinheiro que recuperou da corrupção! Seu governo chegou a descobrir contas "fantasmas", algumas com 600 bilhões! Sim, 600 bilhões! Várias estatais de mentira consomem bilhões e bilhões do nosso ralo dinheiro. Como a estatal do irreal trem bala, por exemplo, que existe há duas décadas só para sustentar milhares de parasitas. Prédios inteiros, lindos e gigantescos, sem absolutamente NENHUMA função real, sem sequer qualquer conexão com o Estado, e consumindo bilhões. Eu sei que muitos direitistas que xingam Bolsonaro igual ou até mais que a própria esquerda (e não entendem NADA de política), gostariam que ele chutasse o balde, divulgasse tudo e descesse o cacete nos corruptos. Mas ele não pode!!! Não pode porque são milhões e milhões e milhões e milhões de pessoas com bilhões e bilhões e bilhões e bilhões ao seu dispor. Como se não bastasse, tudo isto ligado a forças internacionais de milhões e milhões e milhões de empresas, com trilhões e trilhões e trilhões ao seu dispor. E todos com estratégias hiper labirínticas quase sempre decididas na escuridão de sociedades secretas sinistras e centenárias. Bolsonaro tem as mãos amarradas por uma Constituição comunista, é cercado por "forças ocultas" internas e externas de lobbys poderosíssimos, sofre o controle dos outros dois poderes 100% dominados por bandidos, está cercado por lobos sedentos de sangue e administra uma parte ridícula do orçamento com a qual ainda consegue heroicamente fazer alguma coisa! Quase todo o orçamento é literalmente sugado para pagar as "lagostas e vinhos" dos seres mais abjetos e asquerosos de corpo e alma da nossa sociedade. Gerações de parasitas construíram o seu mundo, seus negócios e famílias, sobre oceanos de crimes e injustiças. Seus filhos quase sempre não passam de idiotas semi-anestesiados em suas vidas de enorme luxo e conforto e são completamente insensíveis ao sofrimento e miséria de milhões. São pessoas sem alma que conseguem enterrar em alguma parte obscura do seu inconsciente as imagens de sofrimento de milhões de outros brasileiros e vão confortavelmente bronzear a bunda em Búzios ou outro paraíso qualquer. São incapazes de enxergar conexões, são aleijados morais. E é isto tudo que faz com que a esquerda não pareça "completamente errada". Pincipalmente para os jovens que ainda não aprenderam a usar a cabeça. E não se enganem, se um Boulos conseguisse chegar ao poder no Brasil, tirando a parte dos parasitas que fugiram para Miami, todo o resto se ajoelharia aos pés do novo "grande líder" e imediatamente passariam a servi-lo, pois são covardes e imorais, e não vivem sem suas lagostas e vinhos. E Boulos mataria os que não lhe fossem úteis e cobriria de lagostas e vinhos todos que se mostrassem capachos e subservientes, e o Brasil seria uma nova Venezuela.. Todo líder esquerdista é um ressentido e um invejoso, mas não tem a menor competência para ficar rico senão através do roubo. Mas roubo na esfera pública, é claro, sem riscos ou perigos, com a garantia de não poder sequer ser demitido, pois além da passividade do povo, que ele mesmo produziu ao destruir a educação, sempre pode contar com o auxílio de políticos cúmplices e a defesa de inúmeros "advogados do diabo". O esquerdista é um burguês do dinheiro dos outros. Como dizia Margaret Thatcher: "Todo esquerdista é um incompetente fracassado que acha que as pessoas de sucesso lhe devem alguma coisa".
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28/02/2021
04/05/2020
Ativismo judicial com suas mutações constitucionais.
O
ATIVISMO JUDICIAL COM SUAS MUTAÇÕES CONSTITUCIONAIS.
Ao
assistir um vídeo da Juíza de Direito (LUDIMILA LINS GRILO) de Minas Gerais
proferindo uma aula sobre os ativismos judicial praticado pelos ministros do
STF e logo após um desabafo do jurista IVES GANDRA MARTINS, advogado, professor
da universidade Mackenzie, da escola de comando Estado-maior do exército e da
Escola Superior de guerra decepcionado pela decisão monocrática do ministro
alexandre de Moraes sobre a proibição de um ato exclusivamente da presidência
da República (invasões de poderes), fica claro o ativismo judicial praticado em
decisões desta outrora excelsa corte. Usando um conceito exdrúxulo da teoria de
“MUTAÇÃO CONSTITUCIONAL” cuja única finalidade é a mudança informal da
constituição jogando o Congresso para a lata de lixo impedindo esta casa do
povo de legislar sobre os temas constitucionais. Aproveitam de uma constituição
analítica com artigos genéricos e abstratos para no momento oportuno (para
eles) inviabilizar a governança do presidente da República tirando dele os
poderes escritos lá nesta constituição que todos nós sabemos se tratar de um
rôlo de papel higiênico usado votado e aprovado para tumultuar qualquer decisão
judicial a favor da cidadania.
Estes
ministros do STF não segue o bom regramento de obedecer as normas materialmente
constitucionais que são:
1º
- ORGANIZAÇÕES DOS PODERES.
2º
- ESTRUTURA DOS ESTADOS.
3º
- PROCESSOS LEGISLATIVOS.
4º
- SISTEMA DE GOVERNO.
Ao
agir conforme o ativismo judicial assegura para esta corte uma concentração de
poderes onde tudo passa a ser matéria constitucional inclusive em seus votos de
puro achismo usando jargões de militância passando a certeza de uma militância
progressista que tomou conta desta corte. A Juíza, Senhora Doutora LUDMILA LINS
GRILO cita ainda a subserviência destes poderes judiciários (STF E CNJ) aos
coletivos não eleitos internacionais.
Alberto
Ribeiro Filho
É
claro e transparente os movimentos (salvo o Congresso) de grupos encastelados
nos poderes da República que não passaram pelo sufrágio universal da vontade popular
e que lutam dias após dias para tomar o poder de volta. Primeiro movimento
apoiado sempre por toda esta casta se deu através da imprensa insatisfeita numa
denúncia vazia por um elemento advogado/jornalista de cujo sexo indefinido se
arvorou no direito de ofender a presidência da República. Sem objetivos
alcançados a imprensa recuou e jogou a bola da vez para as casas legislativas
pelos seus presidentes (Rodrigo Maia e David Alcolumbre) cuja representação
democrática está prevista na constituição. Devido a pouca credibilidade que
gozam perante seus eleitores, estes párias da República terminaram sendo
defenestrado em público pela massa eleitoreira que foram às ruas com claro
objetivo de defender seu voto dado ao presidente da República. Mais uma vez
recuaram temerosos em ver seus futuros políticos jogados na lata do lixo.
Armaram então uma estratégia de desidratar o governo, jogando os ministros
contra o presidente o que conseguiram – em parte – num momento de plena
pandemia instalado no país. Há eles pouco importa à população, desde que seus
objetivos espúrios alcancem resultados. Fracassados, após dois ministros tidos
como pilares do governo caírem como num castelo de cartas por falsas biografias
dos mesmos.
Como
última fronteira, apelam para o judiciário, na instância superior onde só lá
podem alcançar o presidente. Caso tenham vitória, o que não acredito devido as
biografias destes ativistas do judiciário, seria uma vitória Pírrica com
desdobramentos terríveis e imprevisíveis. Eles vão continuar tentando desestabilizar
o governo até alcançar seus espúrios objetivos. Só que na trincheira inimiga deles tem um
Capitão determinado cujo comando em chefe lhe foi passado através do sufrágio
universal pelo que hoje é considerado o 1º exercito em defesa do presidente e o
2º, ouve e assiste a tudo de prontidão para intervir caso o 1º exército não
seja o suficiente em barrar o ativismo judiciário. O 1º exército luta duas
guerras ao mesmo tempo, uma da pandemia instalada pelo SARS-CoV-2 e a outra
contra o poder que dantes invisíveis, agora se expõem de forma arrogante em
campo de batalha em números insuficientes, mas com o frágil armamento do
noticiário e da caneta. Um batalhão de jornalistas escondidos nas trincheiras
dos cofres dos Estados soltam notícias falsas bombardeando o Presidente da
República, mas sua munição tem baixo poder de fogo.
Alberto
Ribeiro Filho.
01/05/2020
Democracia nas ruas.
A democracia nas ruas.
Um movimento
cadenciado bem articulado nos poderes tenta de todas as formas destituir o
presidente do Brasil. A imprensa, o judiciário e os congressistas agem em
conjunto tentando convencer o único pilar mestre da democracia – O POVO – que reluta
em obedecê-los porque carecem de credibilidade. Seus movimentos vão até o
limite tênue entre o golpe e o sufrágio das urnas.
A pressão do STF e do
Congresso em desarticular e desgastar os ministros da presidência da República
começa a mostrar resultado depois de terem conseguido a demissão do ministro da
saúde que seria para eles um pilar de austeridade e competência o que de fato
não era; sua administração desde o início da pandemia mostrou-se incapaz de
organizar um combate efetivo da proliferação do vírus SARS-CoV-2. Bom em
oratória com falas longas e frases de efeito tentava derrubar o presidente que
lhe tinha nomeado em cargo de confiança insuflando os governadores contra o
mesmo. O Rodrigo Maia e o David Alcolumbre da presidência de ambas as casas do
congresso, tentaram ameaçar o presidente em caso de demissão do ministro da
saúde, seu mandato estaria ameaçado com pedido de impeachement. Só esqueceram que
a presidência da República tem a seu serviço um grande aparato de inteligência
para alertar quando traidores começam agindo nas costas da República. Foi
demitido o Mandetta, eles recuaram.
Quando um velho senhor
de 88 anos em seu apartº de 400 M², cuja biografia consta dois mandatos de
presidente da República se manifesta pela imprensa dando start a um possível
Impeachement do atual presidente, sucede-se ofensas de cunho pessoal do
presidente da câmara Federal – Rodrigo Maia – e de um ministro atabalhoado - Gilmar
Mendes – em horário nobre de uma emissora que gasta todo seu tempo durante 365
dias no ano através dos seus quadros jornalísticos em criticar a forma que o
presidente governa pelo único motivo deste ter evitado a forma de ganho espúrio
que esta emissora sangrava os cofres públicos em governos anteriores. Foram ao
limite esperando uma reação popular que não houve. Pelo contrário, o povo
revoltado com tamanha irresponsabilidade destes agentes públicos deu total apoio
ao presidente com grandes manifestações de rua mesmo dentro de uma pandemia de
desfecho sem previsibilidade de terminar bem. Tiveram que recuar e armar outra
estratégia.
Acuado pelos ataques
nas mídias social o presidente da câmara silenciou, passando 10 dias sem dar
entrevista, o que não impediu de continuar articulando nos bastidores sujos
qual seria o próximo passo. Coube novamente ao STF nomear outro ministro, pois
o ministro Gilmar Mendes muito desacreditado na opinião pública não poderia
emprestar legalidade em atitudes nada constitucional ao que se armava. Colocado
em ponto de ataque o Ministro da ocasião seria Alexandre de Morais, o que foi
feito. Miraram de novo em outro ministro, desta vez um, cujo passado como Juíz
gozava de credibilidade perante a opinião pública. O ministro da justiça Sérgio
Moro. Cooptado pela oposição saiu de forma vergonhosa contrariando todo seu
passado na LAVA-Jato. Saiu com apresentação midiática em entrevista muito bem
calculada a emissora inimiga do Brasil que desconhece o real interesse dos seus
teles espectadores menosprezando o princípio básico de qualquer nomeação que é
a de reportar primeiro ao seu empregador a sua demissão. Foi vergonhoso e
humilhante a saída de cujo homem o povo esperava grandes gestos de nobreza e
honradez. Mais uma vez o presidente agiu rápido em respostas as acusações
infamantes do ex ministro.
Ao impedir que o
presidente nomeasse para o cargo de superintendente da Polícia Federal um
diretor da ABIN o ministro (sempre um ministro) Alexandre de Moraes, aquele que
coleciona arbitrariedades no poder do seu cargo não respeita o princípio básico
da constituição de respeitar outros poderes – no caso, uma nomeação do presidente
da República do Brasil -.
“Ninguém é obrigado a
cumprir a ordem ilegal, ou a ela se submeter, ainda que emanada de autoridade
judicial. Mas: é dever de cidadania opor-se à ordem ilegal; caso contrário,
nega-se o ESTADO de DIREITO.” HC73.454 Rel. Ministro Maurício Corrêa,
julgamento em 22/04/1996, 2ª turma, DJ de 07/06/1996.
Outras tentativas
virão, mas sempre com receios de ultrapassar a linha tênue que separa a
democracia do golpe, estes, encastelados nos poderes revoltados com a forma
franca – até grosseira do presidente se expressar – e honesta de tratar os
recursos públicos da nação. O povo sabe muito bem diferenciar a parte podre que
sempre conduziu o Brasil em direção à poucos, de um presidente da altura moral
e caráter ilibado que o diferencia desta camarilha, que não vai deixar ele
governar em paz até ele entregar as chaves do cofre.
Tempos difíceis
virão com ataques traiçoeiros do STF, do Congresso, de militantes que dantes
recebiam generosas contribuições e empregos encostados dificultando a
administração federal, dos governadores de certos Estados cujas biografias
honram qualquer mural de delegacia. Lá estará ele! O presidente JAIR MESSIAS
BOLSONARO, atento, resoluto, imparcial, honesto, moral elevado com uma
determinação gigante em construir um BRASIL dividido entre seus entes
federativos em partes iguais, de ver seu povo com melhores condições de vida,
com as empresas construindo um novo país com regras de concorrências limpas e a
luz da transparência.
Que venham os
podres, os poderes corrompidos! O exército do presidente é o povo que o
defenderá sempre nas trincheiras das ruas contra esta casta que desconhece um
BRASIL que não é mais aquele do Império. Ainda sonham com o país do velho de 88
anos que pedia para não lerem o que ele escreveu ou do presidiário solto que urinava
em público e pagava aventuras de alcova com informações de Estado, ou mesmo uma
disléxia que não diferenciava um menino de um cachorro e gostava de estocar
vento e quiçá, um outro que gosta de empregar mesóclises em suas falas e não
abandonou o péssimo hábito de misturar o público do privado. Lá atrás ainda no
confisco da poupança um ex-presidente deve estar se perguntando.
“DEIXAREI DE
EXISTIR”?
Ӄ O FIM DE UMA
ERA?”
Mais atrás
ainda um outro que sonha com maribondos de fogo faz reflexão em sua ilha
particular com a pobreza em volta lhe saudando:
“MEUS
DISCÍPULOS! AONDE ESTÃO, COMO ISTO PÓDE ACONTECER! UM CAPITÃO! ORA, LOGO UM
CAPITÃO!”
- Presidente,
venha, tenho que lhe trocar, seu chá está pronto. -
Alberto Ribeiro
Filho.
26/04/2020
PLENA DEMOCRACIA?
"Do Excelente J.R. GUZZO!
E daí, Assustado com uma possível Volta do Regime Militar, vem o Ministro BARROSO afirmar que Vivemos em PLENA DEMOCRACIA!
SENHOR BARROSO, ME ENGANA QUE EU GOSTO!
BRASIL ACIMA DE TUDO E DEUS ACIMA DE TODOS!
A democracia morreu no Brasil – se é que chegou a viver algum dia, pois qualquer exame clínico um pouco mais atento mostra que ela já nasceu morta em 22 de setembro de 1988, dia em que começou a valer a Constituição Federal que está em vigor e que é, em geral, considerado como seu marco zero.
Nasceu morta porque quem a escreveu pensou numa coisa só, com obsessão exemplar, desde a redação de sua primeira sílaba: como montar no Brasil um sistema de governo em que um grupo limitado de pessoas fica com 100% do direito legal de tomar decisões — sem ter de pagar jamais pelas consequências do que decide, é claro — e o resto da população fica sem influência prática nenhuma.
É exatamente o que vem acontecendo há quase 32 anos.
No papel, e nos tratados de ciência política, é o governo comandado pela vontade da maioria — e os votos da maioria podem perfeitamente colocar no governo, ou seja lá onde as decisões são tomadas, gente que não tem interesse algum em saber quanto você é livre ou não é.
Seu papel é unicamente obedecer às leis e regras que os donos do poder escrevem em benefício próprio, ou dos grupos a quem servem.
No Brasil de hoje não há uma coisa nem outra.
Não há democracia porque quem manda em tudo, faz mais de trinta anos, é uma minoria — a população só é chamada, de dois em dois anos, para votar em eleições nas quais um sistema viciado elege sempre os mesmos, com uma ou outra exceção que não muda nada.
Fechadas as urnas às 5 horas da tarde, todos são mandados de volta para casa e só voltam a abrir a boca dali a dois anos, para fazer a mesma coisa.
No meio-tempo, não mandam em absolutamente nada — sem crachá e autorização dos seguranças, não podem nem entrar nos lugares onde estão os que resolvem tudo.
Não há liberdade porque o cidadão só tem a opção de obedecer, esteja ou não de acordo com o que lhe mandam fazer.
O momento que o Brasil atravessa agora, com grande parte da população apavorada pelo medo de morrer por causa da covid-19, é exemplar dessa democracia que não vale nada.
Vamos aos testes práticos.
Passa pela cabeça de alguém, por exemplo, que as pessoas estejam de acordo que o Senado alugue por 350 mil reais por mês, sem concorrência, uma “sala VIP” no aeroporto de Brasília, para os senadores não correrem nenhum risco de ficar perto dos cidadãos?
É claro que ninguém está de acordo.
É claro, também, que ninguém pode fazer nada a respeito.
É tudo legal, porque eles escreveram leis dizendo que é legal — inclusive essa falta tão conveniente de concorrência pública, pois estamos num momento de “emergência” na saúde pública.
O que a maioria tem a dizer da recusa do Congresso em abrir mão de um centavo sequer dos bilhões que tem estocados nos fundos “Partidário e Eleitoral”, que roubaram legalmente dos impostos — através de leis que eles mesmos aprovaram?
E a liberdade, aí, como é que fica: alguém é livre, de verdade, para defender seu direito de opor-se a essa aberração?
Não se trata apenas de deputados e senadores.
Como pode haver democracia numa sociedade em que uma comunidade de talvez 25.000 indivíduos, os membros do Poder Judiciário em suas diversas camadas, tem direitos que os demais 200 milhões de brasileiros não têm — e se mantém, na vida real, acima das leis e da obrigação de cumpri-las?
É impossível, também, pensar em “estado de direito” quando a Justiça funciona como cúmplice integral em atos de delinquência do submundo político.
No caso dos “fundos”, é óbvio, deu razão ao Congresso — e proibiu seu uso em favor do combate à epidemia.
O país inteiro tem assistido, todos os dias, a demonstrações brutais de tirania por parte de 27 governadores, 5.500 prefeitos, suas polícias e seus fiscais.
Com o súbito poder que lhes foi conferido pela epidemia, e com a cumplicidade quase absoluta de juízes e integrantes do Ministério Público, puseram para fora todas as suas neuras ditatoriais.
É a lei que lhes permite isso — a lei que eles próprios, ou a classe política em geral, escreveram.
Os exemplos não acabam mais.
(noticiário), até o fim dos tempos, não serão suficientes para mostrar a soma de desastres que está acontecendo com as liberdades neste país.
Todo o poder de decisão foi dado a grupos muito bem definidos, pela malícia e esperteza de uma Constituição na qual há um número ilimitado de boas intenções e nenhum meio de realizá-las na prática.
Ali o cidadão tem direito a tudo — menos o de influir na própria vida e controlar, mesmo por alguns minutos, os que mandam nele.
Todos sabem quem são esses grupos.
Os altos servidores do Estado, as corporações, os grupos de interesse privado, os sindicatos, os criminosos ricos, os saqueadores do Erário, os que desfrutam de direitos que os demais não têm, os políticos — e por aí afora.
As leis são escritas para eles.
Você só paga.
“Eu prefiro um ladrão a um deputado”, diz Walter E. Williams, o economista conservador americano que há décadas devasta a hipocrisia da vida política mundial.
“O ladrão, em geral, o rouba uma vez só e vai embora.”
Os políticos, porém, estão aí para sempre.
É esse, justamente, nosso problema: enquanto quem mandar no Brasil for o condomínio descrito acima, não haverá nem liberdade real nem democracia efetiva.
O que vale é a manipulação periódica da multidão em eleições que já estão decididas, pelos vícios deliberados do sistema eleitoral, antes de o primeiro voto ser colocado na primeira urna.
O resultado concreto disso tudo aparece nas decisões alucinadas que são tomadas aqui como resultado do “funcionamento normal” das chamadas instituições democráticas.
“Como alguma coisa que é imoral, quando feita em particular, se torna moral quando feita coletivamente?”, pergunta Williams.
“Por acaso a legalidade confere moralidade a alguma coisa?
A escravidão era legal. O apartheid era legal. Os massacres feitos por Hitler, Stalin e Mao foram legais.”
No Brasil o Congresso é legal.
O STF é legal.
O aparelho do Estado é legal.
O que foi para o diabo é o senso moral — junto com a liberdade e a verdadeira democracia."
E daí, Assustado com uma possível Volta do Regime Militar, vem o Ministro BARROSO afirmar que Vivemos em PLENA DEMOCRACIA!
SENHOR BARROSO, ME ENGANA QUE EU GOSTO!
BRASIL ACIMA DE TUDO E DEUS ACIMA DE TODOS!
A democracia morreu no Brasil – se é que chegou a viver algum dia, pois qualquer exame clínico um pouco mais atento mostra que ela já nasceu morta em 22 de setembro de 1988, dia em que começou a valer a Constituição Federal que está em vigor e que é, em geral, considerado como seu marco zero.
Nasceu morta porque quem a escreveu pensou numa coisa só, com obsessão exemplar, desde a redação de sua primeira sílaba: como montar no Brasil um sistema de governo em que um grupo limitado de pessoas fica com 100% do direito legal de tomar decisões — sem ter de pagar jamais pelas consequências do que decide, é claro — e o resto da população fica sem influência prática nenhuma.
É exatamente o que vem acontecendo há quase 32 anos.
No papel, e nos tratados de ciência política, é o governo comandado pela vontade da maioria — e os votos da maioria podem perfeitamente colocar no governo, ou seja lá onde as decisões são tomadas, gente que não tem interesse algum em saber quanto você é livre ou não é.
Seu papel é unicamente obedecer às leis e regras que os donos do poder escrevem em benefício próprio, ou dos grupos a quem servem.
No Brasil de hoje não há uma coisa nem outra.
Não há democracia porque quem manda em tudo, faz mais de trinta anos, é uma minoria — a população só é chamada, de dois em dois anos, para votar em eleições nas quais um sistema viciado elege sempre os mesmos, com uma ou outra exceção que não muda nada.
Fechadas as urnas às 5 horas da tarde, todos são mandados de volta para casa e só voltam a abrir a boca dali a dois anos, para fazer a mesma coisa.
No meio-tempo, não mandam em absolutamente nada — sem crachá e autorização dos seguranças, não podem nem entrar nos lugares onde estão os que resolvem tudo.
Não há liberdade porque o cidadão só tem a opção de obedecer, esteja ou não de acordo com o que lhe mandam fazer.
O momento que o Brasil atravessa agora, com grande parte da população apavorada pelo medo de morrer por causa da covid-19, é exemplar dessa democracia que não vale nada.
Vamos aos testes práticos.
Passa pela cabeça de alguém, por exemplo, que as pessoas estejam de acordo que o Senado alugue por 350 mil reais por mês, sem concorrência, uma “sala VIP” no aeroporto de Brasília, para os senadores não correrem nenhum risco de ficar perto dos cidadãos?
É claro que ninguém está de acordo.
É claro, também, que ninguém pode fazer nada a respeito.
É tudo legal, porque eles escreveram leis dizendo que é legal — inclusive essa falta tão conveniente de concorrência pública, pois estamos num momento de “emergência” na saúde pública.
O que a maioria tem a dizer da recusa do Congresso em abrir mão de um centavo sequer dos bilhões que tem estocados nos fundos “Partidário e Eleitoral”, que roubaram legalmente dos impostos — através de leis que eles mesmos aprovaram?
E a liberdade, aí, como é que fica: alguém é livre, de verdade, para defender seu direito de opor-se a essa aberração?
Não se trata apenas de deputados e senadores.
Como pode haver democracia numa sociedade em que uma comunidade de talvez 25.000 indivíduos, os membros do Poder Judiciário em suas diversas camadas, tem direitos que os demais 200 milhões de brasileiros não têm — e se mantém, na vida real, acima das leis e da obrigação de cumpri-las?
É impossível, também, pensar em “estado de direito” quando a Justiça funciona como cúmplice integral em atos de delinquência do submundo político.
No caso dos “fundos”, é óbvio, deu razão ao Congresso — e proibiu seu uso em favor do combate à epidemia.
O país inteiro tem assistido, todos os dias, a demonstrações brutais de tirania por parte de 27 governadores, 5.500 prefeitos, suas polícias e seus fiscais.
Com o súbito poder que lhes foi conferido pela epidemia, e com a cumplicidade quase absoluta de juízes e integrantes do Ministério Público, puseram para fora todas as suas neuras ditatoriais.
É a lei que lhes permite isso — a lei que eles próprios, ou a classe política em geral, escreveram.
Os exemplos não acabam mais.
(noticiário), até o fim dos tempos, não serão suficientes para mostrar a soma de desastres que está acontecendo com as liberdades neste país.
Todo o poder de decisão foi dado a grupos muito bem definidos, pela malícia e esperteza de uma Constituição na qual há um número ilimitado de boas intenções e nenhum meio de realizá-las na prática.
Ali o cidadão tem direito a tudo — menos o de influir na própria vida e controlar, mesmo por alguns minutos, os que mandam nele.
Todos sabem quem são esses grupos.
Os altos servidores do Estado, as corporações, os grupos de interesse privado, os sindicatos, os criminosos ricos, os saqueadores do Erário, os que desfrutam de direitos que os demais não têm, os políticos — e por aí afora.
As leis são escritas para eles.
Você só paga.
“Eu prefiro um ladrão a um deputado”, diz Walter E. Williams, o economista conservador americano que há décadas devasta a hipocrisia da vida política mundial.
“O ladrão, em geral, o rouba uma vez só e vai embora.”
Os políticos, porém, estão aí para sempre.
É esse, justamente, nosso problema: enquanto quem mandar no Brasil for o condomínio descrito acima, não haverá nem liberdade real nem democracia efetiva.
O que vale é a manipulação periódica da multidão em eleições que já estão decididas, pelos vícios deliberados do sistema eleitoral, antes de o primeiro voto ser colocado na primeira urna.
O resultado concreto disso tudo aparece nas decisões alucinadas que são tomadas aqui como resultado do “funcionamento normal” das chamadas instituições democráticas.
“Como alguma coisa que é imoral, quando feita em particular, se torna moral quando feita coletivamente?”, pergunta Williams.
“Por acaso a legalidade confere moralidade a alguma coisa?
A escravidão era legal. O apartheid era legal. Os massacres feitos por Hitler, Stalin e Mao foram legais.”
No Brasil o Congresso é legal.
O STF é legal.
O aparelho do Estado é legal.
O que foi para o diabo é o senso moral — junto com a liberdade e a verdadeira democracia."
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