28/03/2019

As escolhas.


As escolhas.
Uma das principais regras das brigas de rua diz que o vencedor é aquele que bate primeiro. Sun Tzu, mestre nas artes da guerra parafraseou:
"Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas."
Já o maquiávelico pensador florentino - Nicolau Maquiavel,   em seu livro "O Príncipe" ou originalmente "Dos principados," de 1532, escreveu:
"O primeiro método para estimar a inteligência de um governante é olhar para os homens que tem à sua volta."
Que mais tarde se popularizou para;
"Diga com quem andas, que te direi quem tú és."
O então candidato Jair M. Bolsonaro perdeu a oportunidade de ler Sun Tzu ainda na campanha para melhor entender quem seria seu pior adversário,  já eleito. Depois acachapante Vitória deveria também ler Nicollo Machiavelle para dele melhor entender quem seria o Rodrigo Maia, futuro presidente da Câmara eleito com apoio do seu partido. Trazia ele para o centro das decisões uma figura sem escrúpulos criado e educado com o que de pior se teve e tem no mundo político. Está pagando e vai pagar um preço alto por dois (2) anos por esta escolha. Se logo no início tivesse seguido os ensinamentos maquiavélicos teria dado, como nas brigas de rua, o primeiro tapa e sairia vitorioso. Agora, sem perspectiva de confronto devido a questões políticas nada mais lhe resta, senão deixar o produto das fezes do Brizola com a urina de Cézar Maia atazanar a vida dele e de milhões de brasileiros que clama por mudanças.
O Brasil mais uma vez perde.

O covil das Ratazanas.


O covil das Ratazanas.

Muito difícil o Brasil da certo. Mulheres despreparadas e homens neófitos na Câmara Federal. Não querem ouvir explanações técnicas. Querem atrapalhar, desconstruir propostas de avanço. Um bando de malfeitores (as) que não discute idéias, futuro. Estão alí pelos votos dos incautos sem nenhum interesses em defender direitos dos cidadãos, pelo contrário, estão raivosos lutando pelo Brasil corrupto que nele nadavam de braçadas na gestão petista. São incapazes de vislumbrar um novo  país que emerge sob os ombros de um presidente eleito por 57.000.000 de eleitores carregados de boas intenções. Vampiros que sugam sangue de uma nação que teima em ressurgir após uma transfusão eleitoral. 
Tentaram freiar o avanço, antecipando com uma facada, não conseguiram, agora tentam paralisar com discursos e apartes raivosos (vide, Senadora Kátia Abreu), as reformas tão útil ao país.
Ficamos assistindo os Ratos tentarem botar guizo no Gato. Será que conseguirão? Ou o presidente da República em determinado momento determinará para o bem do Brasil e de seus cidadãos uma desratização naquela casa que dantes seria a casa do povo e passou a ser o esgôto do covil das Ratazanas?