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18/11/2014

O DRAMA DO PLANALTO E DA ALVORADA.

O DRAMA DO PLANALTO E DO ALVORADA - A POLÍCIA FEDERAL ESTÁ PERTO. O problema maior da Petrobrás não é a corrupção, é a forma como ela se dá o que antes era edêmico tornou-se sistêmico, negócio de Estado, comandado de dentro dos gabinetes palaciano. Começou lá atrás em 2005 com a ida de José Sérgio Gabrielli a presidência da estatal. Tudo muito organizado, tesoureiro do partido do PT era o responsável da arrecadação dos porcentuais (3%) das diretorias devidamente escolhidas e nomeadas para o devido fim; roubar. Bilhões foram roubados. A presidente da república e seu ministro da justiça nada sabem das ações investigativas da PF. Tentam, os idiotas úteis e até mesmo em pronunciamento da presidência, colar a iniciativa das investigações a determinação da presidente, mas não cola esta bravata. Mas acreditem, os idiotas úteis acreditam que sim, é dela a decisão. Fazer o que? Como diz o cantor Lobão; "discutir com petista é o mesmo que jogar xadrez com pombo ..." Mas o certo é que eles estão assustados, roubaram e tem que acertar contas com a justiça cedo ou tarde. Agora os fanáticos da seita petista vivem postando notícias da investigação da Petrobrás como se fossem eles os aráutos da honestidade. Depois de doze (12) anos estão vendo que a máxima "crime não compensa" é verdadeira. O assalto que eles fizeram tem uma coordenação extremamente profissional comandada de dentro do PT sob os auspícios da presidência. Não devemos desacreditar na justiça, mas acreditar que ela seja isenta tá muito difícil, temos um STF medíocre partidarista no qual suas escolhas e nomeações se dá pelo mesmo critério que abona as nomeações dos diretores e presidentes das estatais. - tudo pelo partido - Por enquanto os seguidores da seita petista vão seguindo colar a imagem do seu líder maior a instituição ONU, pura megalomania, isto já aconteceu antes quando vibraram com o busto do idiota colocado nos jardins da instituição, provisoriamente e escolhido aleatóriamente como homenagem da semana aos países sul-americano. Não deu certo, não é que desta vez também vai dar. O lula é e sempre foi um homem desprovido de boas intenções, sempre foi um mau caráter que foi escolhido por uma elite midiática que tinha interesses puramente econômico, e ele, a bem da verdade aproveitou esta oportunidade para aperfeiçoar os seus malfeitos durante todos estes anos, enquanto seu partido criava sua imagem de homem público que ama os pobres. Um dia a justiça o alcança. Alberto. ___________________________

14/11/2014

NEM ESQUERDA MARXISTA, NEM DIREITA VOLVER.

NEM ESQUERDA MARXISTA, NEM DIREITA VOLVER Os mesmos atores que de forma injusta sofreram os horrores do Doi Code, são os mesmos que hoje querem fazer novo levante no Brasil. Não aprenderam, não evoluíram, ficaram presos como passarinhos nas teias de aranhas. Sofreram horrores o que significa um regime totalitário de hegemonia. Tiveram um sonho - mesmo que errado - mas era um sonho, acordaram sabendo que na realidade o sonho era pesadelo. Tempos passaram, e não é que estes mesmos jovens que hoje são sessentões querem voltar a ter pesadelos? Ou melhor; querem imputar à outros o que eles viveram. Não existe ideologia marxista agora neste novo sonho, embora ainda de forma retrógrada os use como massa de manobra para convencer esta nova juventude cada vez mais interessada nas benesses do capitalismo moderno que de Ifone na mão, não os ouve. O que eles querem? A quem convencer? Descobriram uma janela nas falhas do capitalismo democrático e enxergaram uma classe formada de excluídos ou descamisados prontos para atender seus chamados desde que lhes paguem e prometam o Céu e a Terra num futuro onde os ricos (sic...) Terão que dividir seu patrimônio com eles. Mas que também no presente lhes abasteçam com os insumos básicos. Estes retrógrados querem o poder de qualquer forma, mesmo que para isso tenha que roubar, matar, mentir e criar um regime de excessão como acontece na Venezuela, Cuba, Coréia do Norte e outros países. Os idealizadores macabros deste novo pesadelo desejam mesmo é ser ditadores com uma nova velha roupagem nos moldes cubanos. Mesmo que para isso acontecer, leve o país ao caos econômico. Os idiotas de hoje sao os mesmos inocentes do passado. Só que agora eles estão no poder - com mandato - e querem a todo custo mudar a constituição para encurtar seu sonho antes que se torne como no passado, um pesadelo, novamente. Os catequizados de hoje não ler a cartilha de Mao Zedong (tsé tung) "marcha da fome" e nem "O capital" de Marks e Engels. Eles querem serem pagos em cash. É um exército de homens e mulheres sem educação formal, sem amor ao solo pátrio, sem sequer prever o futuro que estão traçando ao escolher o caminho do embate. Como em Cuba, Venezuela e Coréia do Norte, os que desistirem serão taxados de "inimigos do regime" e o que lhes esperam não são campos verdes cobertos de grãos, mas sim as masmorra de um regime absolutista. Este sonho ou pesadelo, começou novamente a 12 anos atrás quando, usando o caminho democrático elegemos um idiota, alcóolista, mentiroso, promíscuo como presidente pelo sufrágio das urnas. Se a oposição congressista fosse imbuída de patriotismo e boas intenções com o povo, teria enfrentado o governo na época e aberto um impeachment. Mas não, fez uso da máxima socialista francesa: "Antes um idiota no comando, teremos aumento nos vales". Tempos difíceis se avizinham, o Brasil deixou de ser um país de futuro para um país do futuro. Se tudo ser certo, e os retrógrados ocuparem novamente os porões, teremos paz no campo, nossas empresas não serão saqueadas, nossa constituição cambaleante não será vilipendiada por um STF que deixou de ser o guardião da Lei. Nossas esperanças estão num congresso de pouca representatividade. A maioria dos parlamentares tido e processados como ladrões e outros os serão processados. Resta uma minoria a qual nos apoiamos e esperamos que eles convençam os outros do que é bom para o Brasil e para o povo. Alberto _______________________________________________________

21/08/2014

Uma estrovenga a caminho do planalto.

Uma estrovenga à caminho do planalto Uma frase atravessa o tempo e é sempre usada para enaltecer as qualidades de alguém com certa facilidade de conseguir o que quer. "Tudo em que Midas toca, vira ouro" Midas era o Rei da antiga Frísia, hoje Turquia. A estória do monarca faz parte da mitologia grega. Dionísio - grego - ou Baco - romano - Deus das festas e dos vinhos deu ao Rei Midas o poder de transformar com um toque, tudo ao seu alcance em ouro. Marina Silva, a estrovenga acreana no inverso do Rei Midas, "tudo em que toca dá confusão e transforma-se em areia". Assim foi com todos os partidos políticos em que esteve de certa forma envolvida. Oportunista e profissional en viuvez, apossa-se dos legados cadavéricos em benefício próprio. Foi assim com Chico Mendes. Já estava casada de novo e era vereadora quando o Chico Mendes que também já estava casado com outra mulher morreu assassinado. Com a morte do ambientalista (sic...) assume o legado, vamos dizer assim... de herdeira ambiental. Assume agora a viuvez de Eduardo Campos que era casado com Renata Campos - Sua viúva de fato - apossando-se do legado político que pertence ao partido do falecido. Não lembro, e nem se tem registros de algo que a dita estrovenga tenha feito algo de bom para o Brasil. Não se registra também fatos que possa-se levar em conta sua militância evangélica no campo das relações humanas. Parece que a discórdia faz parte da sua doutrina fundamentalista. Só esperando a oportunidade para dividir classes e nunca somar. Talvez não teremos oportunidade de conhecer a verdadeira identidade deste ser que parece - devido sua fragilidade física - uma madre Teresa de Calcutá, mas no entanto, debaixo da falsa santidade esconde uma mulher influenciada e determinada a vencer em qualquer campo de batalha, usando para seus fins os mais sórdidos meios que uma mente obcecada pelo poder alimenta. Espero que, como na mitologia, tudo se reverta em tempo antes da sua chegada ao planalto. Bem da verdade, não temos mais o Deus Dionísio, só contamos com a sapiência e sensatez de um eleitorado capaz de discernir uma Madre Teresa de Calcutá de uma estrovenga fundamentalista fanática por poder. Vamos aguardar. Alberto Ribeiro.

26/07/2014

Um vestido novo para um ódio antigo.


Um Vestido Novo Para Um Ódio Antigo Por Pilar Rahola Segunda-feira à noite, em Barcelona. No restaurante, uma centena de advogados e juizes. Eles se encontraram para ouvir minhas opiniões sobre o conflito do Oriente Médio. Eles sabem que eu sou um barco heterodoxo, no naufrágio do pensamento único, que reina em meu país, sobre Israel. Eles querem me escutar. Alguém razoável como eu, dizem, por que se arrisca a perder a credibilidade, defendendo os maus, os culpados? Eu lhes falo que a verdade é um espelho quebrado, e que todos nós temos algum fragmento. E eu provoco sua reação: "todos vocês se sentem especialistas em política internacional, quando se fala de Israel, mas na realidade não sabem nada. Será que se atreveriam a falar do conflito de Ruanda, da Caxemira, da Chechenia?". Não. São juristas, sua área de atuação não é a geopolítica. Mas com Israel se atrevem a dar opiniões. Todo mundo se atreve. Por quê? Porque Israel está sob a lupa midiática permanente e sua imagem distorcida contamina os cérebros do mundo. E, porque faz parte da coisa politicamente correta, porque parece solidariedade humana, porque é grátis falar contra Israel. E, deste modo, pessoas cultas, quando lêem sobre Israel estão dispostas a acreditar que os judeus têm seis braços, como na Idade Média, elas acreditavam em todo tipo de barbaridades. Sobre os judeus do passado e os israelenses de hoje, vale tudo. A primeira pergunta é, portanto, por que tanta gente inteligente, quando fala sobre Israel, se torna idiota. O problema que temos, nós que não demonizamos Israel, é que não existe debate sobre o conflito, existe rótulo; não se troca ideias, adere-se a slogans; não desfrutamos de informações sérias, nós sofremos de jornalismo tipo hambúrguer, fast food, cheio de preconceitos, propaganda e simplismo. O pensamento intelectual e o jornalismo internacional renunciaram a Israel. Não existem. É por isso que, quando se tenta ir mais além do pensamento único, passa-se a ser o suspeito, o não solidário e o reacionário, e o imediatamente segregado. Por quê? Eu tento responder a esta pergunta há anos: por quê? Por que de todos os conflitos do mundo, só este interessa? Por que se criminaliza um pequeno país, que luta por sua sobrevivência? Por que triunfa a mentira e a manipulação informativa, com tanta facilidade? Por que tudo é reduzido a uma simples massa de imperialistas assassinos? Por que as razões de Israel nunca existem? Por que as culpas palestinas nunca existem? Por que Arafat é um herói e Sharon um monstro? Em definitivo, por que, sendo o único país do mundo ameaçado com a destruição é o único que ninguém considera como vítima? Eu não acredito que exista uma única resposta a estas perguntas. Da mesma forma que é impossível explicar a maldade histórica do antissemitismo completamente, também não é possível explicar a imbecilidade atual do preconceito anti-Israel. Ambos bebem das fontes da intolerância, da mentira e do preconceito. Se, além disso, nós aceitarmos que ser anti-Israel é a nova forma de ser antissemita, concluímos que mudaram as circunstâncias, mas se mantiveram intactos os mitos mais profundos, tanto do antissemitismo cristão medieval, como do antissemitismo político moderno. E esses mitos desembocam no que se fala sobre Israel. Por exemplo, o judeu medieval que matava as crianças cristãs para beber seu sangue, se conecta diretamente com o judeu israelense que mata as crianças palestinas para ficar com suas terras. Sempre são crianças inocentes e judeus de intenções obscuras. Por exemplo, a ideia de que os banqueiros judeus queriam dominar o mundo através dos bancos europeus, de acordo com o mito dos Protocolos (dos Sábios de Sião), conecta-se diretamente com a ideia de que os judeus de Wall Street dominam o mundo através da Casa Branca. O domínio da imprensa, o domínio das finanças, a conspiração universal, tudo aquilo que se configurou no ódio histórico aos judeus, desemboca hoje no ódio aos israelenses. No subconsciente, portanto, fala o DNA antissemita ocidental, que cria um eficaz caldo de cultura. Mas, o que fala o consciente? Por que hoje surge com tanta virulência uma intolerância renovada, agora centrada, não no povo judeu, mas no estado judeu? Do meu ponto de vista, há motivos históricos e geopolíticos, entre eles o sangrento papel soviético durante décadas, os interesses árabes, o antiamericanismo europeu, a dependência energética do Ocidente e o crescente fenômeno islâmico. Mas também surge de um conjunto de derrotas que nós sofremos como sociedades livres e que desemboca em um forte relativismo ético. Derrota moral da esquerda. Durante décadas, a esquerda ergueu a bandeira da liberdade, onde houvesse injustiça, e foi a depositária das esperanças utópicas da sociedade. Foi a grande construtora do futuro. Apesar da maldade assassina do stalinismo ter afundado essas utopias e ter deixado a esquerda como o rei que estava nu, despojado de trajes, ela conservou intacta sua auréola de lutadora, e ainda dita as regras do que é bom e ruim no mundo. Até mesmo aqueles que nunca votariam em posições de esquerda, concedem um grande prestígio aos intelectuais de esquerda, e permitem que sejam eles os que monopolizam o conceito de solidariedade. Como fizeram sempre. Deste modo, os que lutavam contra Pinochet, eram os lutadores pela liberdade, mas as vítimas de Castro são expulsas do paraíso dos heróis e transformadas em agentes da CIA, ou em fascistas disfarçados. Da mesma forma que é impossível explicar a maldade histórica do antissemitismo completamente, também não é possível explicar a imbecilidade atual do preconceito anti-Israel. Ambos bebem das fontes da intolerância, da mentira e do preconceito. Eu me lembro, perfeitamente, como, quando era jovem, na Universidade combativa da Espanha de Franco, ler Solzhenitsyn era um horror! E deste modo, o homem que começou a gritar contra o buraco negro do Gulag stalinista, não pôde ser lido pelos lutadores antifranquistas, porque não existiam as ditaduras de esquerda, nem as vítimas que as combatiam. Essa traição histórica da liberdade se reproduz no momento atual, com precisão matemática. Também hoje, como ontem, essa esquerda perdoa ideologias totalitárias, se apaixona por ditadores e, em sua ofensiva contra Israel, ignora a destruição de direitos fundamentais. Odeia os rabinos, mas se apaixona pelos imãs; grita contra o Tzahal (Exército israelense), mas aplaude os terroristas do Hamas; chora pelas vítimas palestinas, mas rejeita as vítimas judias; e, quando se comove pelas crianças palestinas, só o faz se puder acusar os israelenses. Nunca denunciará a cultura do ódio, ou sua preparação para a morte, ou a escravidão que suas mães sofrem. E enquanto iça a bandeira da Palestina, queima a bandeira de Israel. Um ano atrás, eu fiz as seguintes perguntas no Congresso do AIPAC (Comitê de Assuntos Públicos EUA-Israel) em Washington: "Que profundas patologias alijam a esquerda de seu compromisso moral? Por que nós não vemos manifestações em Paris, ou em Barcelona, contra as ditaduras islâmicas? Por que não há manifestações contra a escravidão de milhões de mulheres muçulmanas? Por que eles não se manifestam contra o uso de crianças-bomba, nos conflitos onde o Islã está envolvido? Por que a esquerda só está obcecada em lutar contra duas das democracias mais sólidas do planeta, e as que sofreram os ataques mais sangrentos, os Estados Unidos e Israel?” Porque a esquerda, que sonhou utopias, parou de sonhar, quebrada no muro de Berlim do seu próprio fracasso. Já não tem ideias, e sim slogans. Já não defende direitos, mas preconceitos. E o preconceito maior de todos é o que tem contra Israel. Eu acuso, portanto, de forma clara: a principal responsabilidade pelo novo ódio antissemita, disfarçada de posições anti-Israel, provém desses que deveriam defender a liberdade, a solidariedade e o progresso. Longe disto, eles defendem os déspotas, esquecem suas v