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22/05/2023

COMO LEWANDOWSKI JULGARIA HITLER.

COMO LEWANDOWSKI JULGARIA HITLER “Senhores, não existem filmes, fotos, nem testemunhas de Hitler abrindo registro de gás em campos de concentração, nem apertando o botão de uma bomba V2 apontada para Londres, pilotando um caça Stuka, dirigindo um tanque Panzer, disparando um torpedo de um submarino classe U-Boat sobre seu comando a navegar no Atlântico ou mesmo demonstrando habilidades no manuseio de um canhão antiaéreo Krup, manipulando uma metralhadora MP40, uma pistola Walther P-38 ou simplesmente dirigindo um Jipe Mercedes Benz acompanhado do General Von Rommel pelos desertos do Norte da África. Por isso, parece claro que não existe nada a incriminá-lo. Com certeza , ele não sabia de nada. Não via nada. A oposição diz que foram queimados documentos incriminatórios importantes, mas nada, absolutamente nada foi comprovado, apenas evidenciou-se a existência de cinzas e destroços por todos lados que somente foram trazidos com a chegada dos americanos e russos que não fazem parte da peça de acusação do processo entregue pelo “Parquet;” o Senhor Procurador. Afinal ele seria apenas um Chanceler e presidente do partido Nazista; ou seja, ele não passava de um mequetrefe. Jamais foi pego, ou mesmo visto transportando armamentos debaixo do braço (tipo pão francês) ou carregando pacotes de dinheiro nas cuecas. Alguns relatos que citavam seu nome eram meros registros de Co-Réus, como alguns membros da Gestapo, os quais , por conseguinte, carentes de confiabilidade. Outros relatos são de inimigos fidagais – os denominados “países aliados” e assim longe de merecerem alguma relevância para serem tomadas como fundamentos de acusação. Alguns o acusam de ter invadido Paris e desfilado sob o Arco do Triunfo. Esta é mais uma acusação inventiva dos opositores. Ele apenas foi visitar seu cordial amigo o General Charles De Gaule que infelizmente havia viajado para o Sul da França. Ele então, teria apenas aproveitado sua viagem para passear e fazer compra na Avenue de Champs Elisé com seus amigos. Qualquer outra conclusão é mera ilação ou meras conjecturas que atentam a qualquer inteligência mediana. Por aí vemos que nada contribui para a veracidade das acusações. Não afasto a possibilidade dele ser o suposto mentor intelectual, mas nada, repito, nada consubstancia essa hipótese nos autos. E olha que procurei em mais de 1 milhão e 700 mil páginas em 10.879 pastas do processo. E não podemos esquecer que ele foi vítima de diversos atentados que desejavam sua morte, articulados pela mídia e pelas potentes e inconformadas forças conservadoras. Seus ministros como Goebels, Himmler, Rudolf Hess e outros também nada sabiam. Eram coadjuvantes do NADA; sem nenhuma responsabilidade de “facto.” O holocausto, em que pessoas de diversas raças e etnias, talvez tenham tido um suicídio coletivo ao estilo provocado há anos nos EUA pelo pastor Jim Jones. É, ainda hoje, um tema controverso. Assim trago aos pares, como contraponto, a tese defendida pelo filósofo muçulmano Ahmadinejah que garante a inexistência de tal desgraça da humanidade. Assim – já estou me dirigindo para encerrar meu voto Srº Presidente – afirmando acreditar que todos eles foram usados, trapaceados por algum aloprado tesoureiro de um banco alemão que controlava financeiramente a tudo e a todos; especialmente os projetos políticos e as doações corruptivas. E tudo em nome da realização de um plano maquiavélico individual de domínio total que concebeu e monitorava do porão da sua pequenina casa nos Alpes. “Enfim, depois de exaustivas e minuciosas vistas nos autos, especialmente nos finais de semana, trago aos pares, dados que peço ao meu colaborador Adolfo para distribuir a todos. Depois desta minha “assentada”declaro a improcedência da ação, inocentando por completo o réu por falta de provas. É como voto Srº Presidente. Por: Bruno Toscano

14/10/2022

A ELEIÇÃO DOS INVISÍVEIS.

A eleição dos invisíveis. Estamos nos deparando com uma única autoridade autoritária no país. Como fomos responsáveis ou irresponsáveis nas últimas décadas por deixar criar nos seio principal da República que é a justiça, tamanho descalabro, cujo destemor ousado chega ao ponto de impor sua nova constituição federal ao bel prazer para acusar, julgar e condenar sem ter o menor receio dos outros poderes que de fato e por Lei teriam participações efetivas nos processos acusatórios. Esta eleição ficou marcado no 1º turno em 2 de Outubro/2022 que não adianta ir se manifestar nas urnas seus direitos como cidadãos. Fomos vistos nas ruas, nas praças manifestando nossas posições em relação ao que desejamos para o que seria o resultado final e comparecemos em massa nas urnas. tínhamos cara, CPF, ID, sexos definidos (homens e mulheres, loiros, morenos, negros, pardos e brancos). Mas o que aconteceu? os INVISÍVEIS compareceram nos resultados final em todos os Estados. Muitos culpam o Nordeste, mas esquecem de colocar o advérbio "TAMBÉM" antes das afirmações acusatórias. O caso mais espetaculoso e surreal se deram principalmente nos Estados onde jamais teriam votos que à ele foram imputados. Minas Gerais, Paraná, São Paulo, Santa Catarina foram uma festa para os invisíveis votantes. Agora perguntamos de novo; só existe um tipo de autoridade neste país? A do MAL? Por onde anda as autoridades que nós pagamos e armamos para defender nossas instituições quando estas mesmas extrapolam seus limites constitucionais? Não acredito no que estou presenciando em relação ao silêncio vergonhoso destes nossos pilares da democracia. Vão esperar o que? o que está ocorrendo com estas "AUTORIDADES? elas nunca existiram de fato? só se beneficiam dos salários e dos poderes a eles dados pela constituição federal? estão calados por quê? os advogados do diabo são mais poderosos que o chumbo saindo dos canos das suas armas? que medo vergonhoso é este? o silêncio propositivo não faz parte da doutrina tática que aprenderam, faltam-lhes coragem e amor ao país, o que sobra em todos nós que fomos às ruas no 7 de Setembro para homenageá-los nos seus trajes cheios de galardões. Esperamos que sejam merecedores do que ganham e tenham o mesmo amor a pátria que tanto demonstram em cerimônias. Se deixarem agora no 2º turno desta eleição os invisíveis votarem em massa num bandido condenado, não teremos outra escolha senão acreditar mesmo que vocês são e sempre foram arroz de festa. ALBERTO RIBEIRO FILHO com Id e CPF.

04/07/2022

ÓH 2 DE JULHO!

Plagiando (nas aspas) Castro Alves. "Óh! 2 de Julho" Não cometes tú os erros do passado, levanta-te! Sejas o libertário que sempre fostes com as cores da tua mata, teu Mar. Guardaste teu sabre e manchaste de vermelho tua alma, iludido fostes pelos falsos discursos vindo do além-Mar. - Óh Jacques! de onde vieste me enganar também tem Mar. apoderaste das minhas riquezas com falsas promessas. - Envergonhaste teu passado, comprometeste o futuro quando vermelho estavas, esquecido do teu 2 de Julho. Que pensas? Esqueceste das tuas glórias? Fostes capaz contra os portugueses e agora? Lembra-te do teu 2 de Julho! Levanta-te! Grita! Rasgue tuas vestes vermelha e cubra-te com o manto verde amarelo e renasça neste novo 2 de Julho! Foste o primeiro nesta terra desconhecida, TERRA A VISTA! Nasceste grande e grande será de novo neste 2 de Julho! Expulsaste teus descobridores, podes muito bem e de novo, expulsar aproveitadores à começar em 2 de Julho. Da mata atlântica a vastidão do teu litoral teus gritos de liberdade novamente serão ouvidos neste 2 de Julho. És baiano! Continuas grande, encha teu coraçao com as cores da nossa bandeira e grita: ÓH 2 DE JULHO! Alberto Ribeiro Filho

16/05/2022

MARGINAIS MODERNOS.

Marginais modernos. Os marginais poeticamente escrito nos livros do Jorge Amado eram malandros da cultura capoeirista da Bahia que surgiam nas ladeiras do Acupe e migravam para os morros do Candeal de Brotas. Eram simpáticos jovens que na sua dança coreográfada usavam lenços de seda no pescoço para desviar as possíveis agressões das lâminas afiadas das navalhas de outros agressores no domínio territorial. Ficaram imortalizados nos romances do erudito e simplório (é possivel ser os dois?) escritor baiano. Os marginais de hoje se inspiraram no criativo personagem de filme de terror - Zé do caixão com sua capa preta, para amedrontar aqueles que de qualquer forma atentam contra a segurança do cemitério isolacionista que eles habitam. Esqueçem eles, que o ingresso cobrado para esta nova forma de adesão ao absolutismo do terror, não coaduna com a vontade divina, cujo paraíso ofertado, só recebe em troca o livre pensar e suas escolhas entre o inferno representado pelos Zés do caixão e os humildes livres de pensar que atualmente e sabiamente escolheram a difícil caminhada ao paraíso da democracia do livre pensar, interagir, questionar e protestar. Os Zés do caixão que habitam - não o castelo de Bran do mitológico Conde Drácula mas, o palácio da "justiça" em Brasília. A estes fúnebres marginais modernos, o inferno de Dante é configurativo e de leve castigo para esta orda de ministros cujo purgatório será apenas a porta de entrada do inferno real que vivenciou o Conde Drácula. Alberto R. Filho.