Pesquisar este blog

01/08/2018

Bolsonaro, Roda viva.01/08/18

*Cláudia Wild*

O dia em que ex-guerrilheiro, militantes e desarmamentistas tentaram “fuzilar” Bolsonaro

Não, não foi uma sabatina. E, definitivamente, não foi uma entrevista! Foi um convescote entre marxistas engajados na causa e um homem odiado que não poderia entrar no 'Clube dos Iluminados'.

Ali estava a estupidez ideológica sobrepondo ao dever profissional do jornalismo, que é informar a verdade dos fatos para que o cidadão forme sua opinião.

O que se viu no Roda Viva, ontem, foi um clássico exemplo do jornalismo militante brasileiro. O jornalismo que perdeu completamente a vergonha de mostrar a que veio, para quem trabalha e o que pretende manter.

A começar pela escolha da bancada: todos militantes, defensores declarados da causa socialista. De ex-guerrilheiro do MR-8 até órfão choroso de Fidel Castro.

Não fizeram perguntas, apresentaram libelos acusatórios sem direito ao contraditório: “racista, fascista, homofóbico, defensor da tortura", ou era “ista”, ou era o  “óbico”. Abusaram de afirmações rasteiras já devidamente esclarecidas pelo entrevistado em outras oportunidades. Não fizeram uma única pergunta relevante, inteligente. Sabem por quê?

__Porque o Brasil não interessa O que importa é a manutenção da ideologia que defendem. Foi o ‘conversê' politicamente correto dos aduladores de Fidel Castro, que se dizem preocupados com a democracia nacional;  com as minorias ( massa de manobra ); com a superação da “terrível" ditadura militar; com a dívida histórica  e outros temas tão amados pelos engajados militantes do jornalismo.

Não houve preocupação com  os planos de governo, suas estratégias para enfrentar os enormes problemas da nação. Ninguém se mostrou indignado com os 14 milhões de desempregados, com os mais de 65 mil homicídios anuais,  com a péssima educação nacional, com a  sofrível saúde pública, com a farta bandidagem armada; com o nefasto aparelhamento estatal; com a  falta de saneamento básico para quase metade da população do país, com o  peso dos impostos escorchantes, com o tamanho do Estado, com a dívida interna etc. O importante foi acusar, inventar e repetir mantras & mentiras para que eles se tornassem, talvez,  verdades e, assim, consigam  “abater” o candidato em pleno voo.

O que se viu foi um show de imaturidade, mediocridade e parvoíce. Apresentaram um nível subginasiano  de interpretação de palavras, de um inacreditável pré-analfabetismo. Transbordaram sangue nos olhos e uma soberba descomunal! Uma arrogância que tentava desmerecer, humilhar  o acusado, digo entrevistado. O candidato saiu-se muitíssimo bem diante da situação bizarra onde entrevistadores se transformaram em inquisidores.

O convescote mostrou ainda que a mídia não está em sintomia com os anseios de uma maioria exausta de tudo que deu errado no país. Ele deixou claro que, a mídia mainstream não percebe o quanto é arrogante em não respeitar um homem patriota, que deu voz a milhões de brasileiros. Fosse ela inteligente e olhasse  além de seu próprio e dilacerado umbigo, tentaria compreender o que se passa no Brasil da atualidade. Mas, não! Ela prefere continuar em sua empáfia para iludir-se na continuidade da manipulação das massas, tal qual o bêbado que crê na sua sobriedade.

Ademais, o jogo que se propuseram a jogar apenas encurtará o caminho de Jair Bolsonaro até seu objetivo. Escolheram a mentira para enfrentar os fatos. Escolheram o ataque baixo, achando que a defesa não será utilizada, pois acostumaram-se com as dóceis ovelhas nas mãos de seus algozes. Mal sabem eles que os tempos mudaram. Que não são mais os donos da informação e da formação da opinião.

Assim, a lamentável hostilidade só teve um vencedor: o Capitão. Provavelmente, nenhum outro candidato sobreviveria politicamente ao que Bolsonaro sobreviveu. A situação fez dele um candidato mais forte, e, para o desespero de militantes, ex-guerrilheiros e defensores da democracia cubana... Em uma disputa limpa, ele será praticamente imbatível. Tentaram um fuzilamento com balas de festim.

26/04/2018

Mario Vargas Llosa.


Prêmio Nobel esculhamba Lula perante o mundo. A verdade que só agora o povo parece perceber
   
Após quase 38 anos de existência, o Partido dos Trabalhadores começa a ser melhor compreendido pela população. Na medida em que seus fundadores e líderes influentes foram abandonando o partido, em razão do desvirtuamento ideológico, o PT foi aos poucos assumindo as feições de seus remanescentes. De mesmo modo, ocorreu um filtro natural entre os simpatizantes do partido desde a sua fundação.
O complexo de vagabundo está sempre presente na personalidade de um petista. É natural que esteja sempre se “vitimizando”. Individualmente ou de forma coletiva, quando tentam justificar os métodos do partido. Para o petista, assim como para o vagabundo, não existem pessoas honestas. Em sua visão distorcida do mundo, todos são “falsos moralistas”. Ainda de acordo com esta ótica, aquele que supostamente cometeu algum deslize na vida é tão ou mais vagabundo que um outro que viveu uma via de crimes, como é o caso do ex-presidente Lula Um pequeno erro de alguém é suficiente para justificar seus eternos delitos.
A diferença é que o vagabundo vive conspirando e tramando, enquanto o “falso moralista” ultrapassou o sinal vermelho ou teve um caso extraconjugal há vinte anos. É bem fácil identificar um vagabundo nato. Ele tem verdadeira fixação pelo “falso moralista”, mesmo ciente de que ninguém neste mundo é perfeito.
Esta é a cultura do PT. Apesar de ostentar o pomposo nome de “Partido dos Trabalhadores”, nenhum de seus fundadores era de fato um trabalhador. Eram burgueses que também não queriam nada com a dureza. Lula também não era muito afeito ao labor. Como os fundadores do PT precisavam de um “trabalhador”, chamaram o Lula para ser o líder do partido.
Logo, outros elementos que não queriam nada com a dureza se juntaram ao partido que tinha como cultura contestar o fruto do esforço dos outros que trabalhavam de verdade. Esta tendência foi logo se cristalizando e afugentou os poucos fundadores bem intencionados, quando  Lula assumiu definitivamente a liderança da legenda.
Desde jovem, Lula sempre invejou seus patrões e sempre desejou ser como eles. O ódio que habita o coração do vagabundo contaminava o coração de Lula, que sempre se referiu ao “ricos” como “eles das zelite”, assim como o vagabundo chama qualquer pessoa bem sucedida de “playboy”, não importando se esta pessoa ou seus pais se sacrificaram para ter uma vida melhor.
Lula se apropriou do discurso do “nós” e  “eles”, onde “nós”representa os oprimidos e “eles”, os playboys, os mauricinhos, os coxinhas. Esta é uma fórmula de consignar uma conotação pejorativa para as pessoas bem sucedidas e que produzem algo. A ideia atende aos propósitos dos simpatizantes do PT em difamar pessoas bem sucedidas. Este tipo de apelo serve para justificar a própria falta de capacidade, ética e honestidade.
Após a expulsão do PT do poder, Lula e seus aliados ficaram sem seu único discurso, o que que tiraram milhões de pessoas da pobreza. Milhões de famílias retornam para suas classes de origem antes do partido chegar a poder, graças a crise econômica devastadora deixada por Dilma.  O legado de Lula, Dilma e do PT foi desolador. 14 milhões de desempregados, 1.5 milhão de empresas falidas e o sucateamento do parque industrial do país, que levará cerca de 5 anos para se recuperar do estrago petista.
A conclusão a que se chega.
Nos discursos de Lula, a expressão “Eles” é bastante comum. “eles roubam e saqueiam o Brasil há mais de 500 anos” é uma frase clássica e sempre presente em suas falas.
Alguém precisa lembrar ao Lula que foram os “eles” que construíram o país. Apesar de seus “supostos” deslizes, foram eles quem construíram as rodovias, ferrovias, pontes, portos, aeroportos e praticamente toda a infraestrutura que viabiliza o Brasil de hoje.
Foram “eles” quem construíram as cidades do Brasil, com seus hospitais, escolas e universidades.
Foram “eles” homens como Juscelino Kubitschek de Oliveira (1956-1961), que tinha como slogan de campanha “50 anos em 5”, Focado para o desenvolvimento econômico e a política de industrialização. Expandiu-se a infra-estrutura de rodovias, ferrovias e portos, energia elétrica, armazéns e silos.
Demonstrou sensibilidade com o sofrimento do povo do nordeste ao criar Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e promoveu a interiorização, através de uma rede de estradas e da mudança da capital para Brasília, e iniciou a fase de implantação de industrias de bens de consumo duráveis e de bens de produção. Instalaram-se as industrias automobilísticas, de eletrodomésticos, de construção naval, de mecânica pesada, de cimento, de papel e de celulose.
Entre “eles” está ainda Eurico Gaspar Dutra (1946-1951), que propôs a elaboração de um Estatuto do petróleo e construiu as primeiras refinarias do país, realizou a companhia Hidrelétrica do São Francisco, a ativação da usina de Paulo Afonso, a ligação rodoviária de São Paulo com o Rio de Janeiro, e também encampou em 1950 a estrada de ferro Leopoldina, procedeu o recenseamento geral do país, realizou em Petrópolis, a Conferencia Interamericana, de repercussão continental, determinou o fechamento de todos os cassinos e a proibição do jogo em todo o território nacional e elaborou a Constituição de 1946.
Ao se referir à “eles” que roubam o Brasil há mais de 500 anos, segundo Lula, a figura controversa  de Getulio Dorneles Vargas (1930-1945/1951-1954) não pode ser ignorada.
Em boa medida, Vargas foi responsável por transformar um país oligárquico em uma democracia emergente, onde os primeiros passos de seu governo foram o combate a corrupção administrativa, a reforma do ensino e a ampliação das leis trabalhistas consideradas necessárias naquela época. Por mais obsoletas que fossem suas ideias, Vargas era coerente.
Criou os ministérios da educação e Saúde. Estabeleceu o voto feminino, o voto secreto, a representação proporcional dos partidos, a justiça eleitoral e a representação classista, eleita pelos sindicatos.
Criou ainda a Justiça do Trabalho. Por intermédio do imposto sindical, instituiu o salário mínimo e criou uma legislação trabalhista capaz de ajustar a mão-de-obra egressa do meio rural às condições do trabalho urbano.
Por mais que seja criticado por suas ideias socialistas, Vargas foi cauteloso e tornou possível o controle sindical, a neutralização política do proletariado nascente, a expansão dos empreendimentos capitalistas, conduzindo a economia para um franco processo de industrialização.
Vargas alcançou auto suficiência no setor de aço, quando, Em 1940, iniciou projetos da instalação de uma siderúrgica de capital integralmente nacional e prioritariamente publico. Instalada no município de Volta Redonda RJ, a companhia Siderúrgica Nacional (CSN) entrou em operação em 1946, em seu segundo governo Vargas criou a Petrobras em 1953, propôs a elevação de 100% do salário mínimo, o que representava um ganho real para o trabalhador e criou a Eletrobras em 1954.
Sem demonstrar nenhum respeito com todos “Aqueles” homens e mulheres que fizeram do sacrifício um exercício diário na construção do Brasil ao longo dos últimos 500 anos, Lula abusou da soberba ao afirmar ser melhor que “eles” apenas para se apropriar de tudo que seus antecessores fizeram.
Por fim, Lula e o PT destruíram boa parte daquilo que foi construído por aqueles que tentou desmerecer, como a indústria siderúrgica que estava falindo em todo o país. O PT de Lula e Dilma fechou 243 hospitais no Brasil e conseguiu levar para Brasília a maior geração de corruptos de toda a história. Por fim, a ganância do PT de Lula e Dilma quase destruiu a Petrobras, criada por mais um daqueles que Lula tenta parecer melhor.
Trata-se do verdadeiro complexo de vagabundo, aquele que está sempre de olho naquilo que os outros construíram. O vagabundo, quando coloca as mãos sobre algo que não foi fruto de seu esforço, usa, abusa e destrói. A generalização de Lula vem da inveja, do ódio e da falta humildade em reconhecer o mérito alheio. Coisa de vagabundo.
Portanto,  quando Lula se referir à “nós”, tenha cuidado, pois ele está querendo dizer que você também faz parte de sua turma de vagabundos. Como era de se esperar, Lula acabou sendo confrontado pelo destino reservado a qualquer vagabundo. Tornou-se réu em sete ações penais, foi condenado no primeiro processo que chegou à Segunda instância a uma pena de mais de 12 anos de prisão em regime fechado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Logo estará em seu devido lugar.
O ganhador do Prêmio Nobel de Literatura, Mario Vargas Llosa, conhece bem o ex-presidente Lula. Segundo o escritor  peruano, o petista implantou no Brasil uma 'Corrupção sem precedentes" e deixou a democracia no país gangrenada pela corrupção. Segundo Llosa, o Brasil passa agora por um processo de purificação necessária.


27/03/2018

Bandidos, anarquistas, corruptos e comunistas.

BANDIDOS, ANARQUISTAS, CORRUPTOS E COMUNISTAS NÃO VÃO NOS CALAR
 Os comunistas sejam lá com os nomes que se apresentem não irão jamais nos calar e evitar que reajamos contra suas investidas para transformar o Brasil num lamaçal moral, num covil de ladrões e assassinos da pior espécie, e numa nação comandada por débeis mentais, bestas humanas, selvagens que se satisfazem com o sangue de inocentes.
 Recentemente determinado procurador da justiça em pronunciamento afirmou que a lei não cai do céu. A lei, segundo seu entendimento é um produto da cultura, de ideias, e ideias têm consequências, e quando equivocadas têm consequências trágicas. A nossa lei penal é uma consequência de equívocos trágicos decorrentes de ideias erradas contaminadas por ideologias, apoiadas por sociólogos, antropólogos e outros acadêmicos, que se apresentam como especialistas em matéria de criminalidade e de segurança pública, com bases em pesquisas que nunca são mostradas, arrematou o procurador. São especialistas a serviço do comunismo, da depravação e da imoralidade e de criminosos.
 Vou aproveitar do que afirmou o procurador para insistir que o mal maior, a desgraça brasileira está na constituição aprovada por um bando de políticos comprometidos com interesses outros que não com o Brasil. Nossas leis criaram um campo fértil para a atuação de bandidos, de corruptos, de comunistas e socialistas sob a máscara de uma democracia imoral que destrói a família e o país, como se verificou tão logo assumiu a nação o poder civil liderado por lideranças comprometidas com a corrupção, o socialismo e comunismo. A atual “constituição cidadã” ou socialista é a causa de todos os males brasileiros, ao que se soma a ignorância e a falta de objetivo da sociedade brasileira. Por ser uma das causas do mal, o comunismo que por sua natureza imoral e antiética deve ser combatido permanentemente e com muita força e vontade, sob pena de que em pouco tempo elejam para elaborar leis os bandidos que controlam as favelas criadas por políticos e governantes desonestos e comunistas.   
 “A Constituição brasileira é uma das mais estúpidas jamais criadas. Um pacto de suicídio coletivo”. A afirmação é de J.R. Guzzo, a qual endosso, pois define com propriedade a porcaria criada por um bando de políticos comprometidos com o lixo intelectual e político. Em meio à esculhambação geral da nação, José Roberto Guzzo foi preciso na revista Exame: “A democracia brasileira, mais de 30 anos após o último governo militar, deu errado. Caiu rapidamente no abismo que os políticos e as elites de todos os tipos, com o apoio da ‘sociedade’, começaram a cavar já em 1988 com a nova ‘Constituição Cidadã’ — seguramente, uma das mais estúpidas jamais criadas em qualquer país do mundo, uma espécie de pacto de suicídio coletivo capaz de travar o funcionamento das mais poderosas, ricas e eficazes nações que já se organizaram na história da humanidade.”
Esclarece, ainda, J.R. Guzzo, que “Com exceção dos artigos fundamentais para as democracias, que já estão há mais de dois séculos escritos em qualquer Constituição que se preze, e, portanto, não conferem mérito nenhum à Assembleia Constituinte de 88, quase todo o restante é um monumento ao triunfo do interesse particular sobre o interesse da maioria. Cada um enfiou lá o que quis, e todos tiraram uma fatia de pernil para si próprios.” E, mais: “Somem-se os poderes frequentemente insanos que foram atribuídos a juízes, desembargadores, ministros, promotores, procuradores, ouvidores mais tribos inteiras de barões da burocracia — e eis aí, prontinha, uma receita infalível para o fracasso de qualquer empreitada humana.”
Não é preciso ser advogado, juiz ou especialista para saber que a Constituição em vigor é uma peça anárquica, paraíso de governantes que fizeram dos Três Poderes um grande negócio com cargos vitalícios. A “Constituição Cidadã” foi um golpe de mestre de políticos irresponsáveis e desonestos, um meio maquiavélico de travar o funcionamento da nação, e entrega-la a corruptos e bandidos, o que de fato aconteceu. O Brasil está sendo estuprado por um bando de piratas sem pátria, diante de uma sociedade apática, estranha, que só se movimenta para dançar, pular o carnaval, para encher os campos de futebol, para participar de shows musicais medíocres, indiferente ao assassinato de milhares de inocentes e do roubo de bilhões de reais que afundaram o país realizados por bandidos que a nossa justiça protege.
A democracia tão falada, escrita, discursada e usada para todos os fins, deu errado, pois nunca foi uma democracia, mas uma imundície jurídica. É uma democracia de interesses particulares e submetida a poderes insanos atribuídos a juízes, desembargadores, ministros, promotores, procuradores, ouvidores e mais barões da burocracia. Um paraíso para comunistas, socialistas e seus imundos partidos mantidos pelo crime e contra a cidadania honesta e laboriosa.
A democracia podre brasileira atrai do exterior tudo o que dificulta o desenvolvimento do Brasil; escravagistas, colonialistas, ideologias retrógadas, fascistas, comunistas, terroristas, socialistas. Um país sem autoridade, fraco, é facilmente intimidado e sujeito a interferência de países com tradição de pirataria. O que esperar de um Brasil administrado por corruptos, senão a aliança com outros países corruptos, a imundice ideológica bandida?
Eleição no Brasil com esse perfil e com esses políticos só teria sentido se o povo anulasse o seu voto e mandasse para o charco todos os candidatos comprovadamente desonestos, corruptos, incompetentes e comunistas; se assim não for feito, o Brasil entrará rapidamente no corredor da imundície moral transformado numa republiqueta dominada por bandidos de toda espécie, será o reino dos bandidos.
O voto obrigatório nesse universo político institucional brasileiro é mais uma arma do maquiavelismo político. O tempo mostrou que a obrigatoriedade do voto além de ser uma violência a verdadeira democracia, foi a maneira que a mente cavernosa viciada de políticos encontrou para continuar a se valer da ignorância para a conquista do poder. Lula, Marina, Dilma, PT, PSOL, comunistas e socialistas são todos produtos da ignorância, seja ela da classe baixa, da média e da alta.
Finalmente, para enriquecer esse cenário pútrido, a postura dos ministros do STF que querem obrigar Cármen Lúcia, a presidente do tribunal, a pautar uma manobra para tirar Lula da cadeia e consequentemente enterrar a Lava Jato, libertando todos os corruptos da cadeia, é a maior prova da crise moral, ética, institucional e política que está destruindo o Brasil, e que tem como origem uma constituição bandida e canalha.
ETA republiqueta ruim!
Armando Soares – economista
E-mail: armandoteixeirasoares@gmail.com

07/03/2018

DESENVOLTURA DO DELITO.

A DESENVOLTURA DO DELITO

josémariaLealpaes


Do frango ao presidente, no Brasil de Brasília quem não é suspeito, investigado ou condenado, contaminado está. Quebrem-se todos os sigilos, qual nova patifaria criminosa nos surpreenderá? Verticalizado, o crime corrompe a base da pirâmide. Não haverá exército suficiente para a varredura saneadora: a miséria moral é o próprio poder; a miséria material esmaga 13 milhões de desempregados potencializada com 13 milhões de analfabetos. Desgraçadamente para a consciência social e para a História, a República dos párias da Pátria confronta a dos filhos da Pátria dos supersalários, dos auxílios-moradia e quejandos. Armas e tiros não curam sociopatias. Porto paulista, mala paulistana, cofos baianos com 51 milhões de reais, cargueiro alemão com 5 milhões de dólares são pedras do xadrez onde rei e peão se nivelam na desenvoltura do delito. A malha de becos e lages da Rocinha de algum modo reproduz o labirinto e o luxo de gabinetes da Praça dos Três Poderes.