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05/05/2022

PODEIS CHORAR PRESIDENTE!

Texto belíssimo!!! Além de engenheira é poetisa essa moça! Tá de parabéns!!!!! PODEIS CHORAR, PRESIDENTE BOLSONARO! “O choro é livre”, mas a OPINIÃO está PRESA!!! Sem crime…e sem julgamento. E não podeis fazer nada a respeito... Podeis chorar, Presidente! O que está acontecendo no Brasil e no mundo não é de rir, não. Precisamos parar de fazer piada com coisa séria e acampar em frente das casas dos detratores e traidores da nação brasileira e da humanidade, pedindo as suas demissões! E seus julgamentos!!! Podeis chorar, Presidente! Pois sois um homem íntegro e de rara coragem, que chora por um país, que tem uma corte corrupta, imunda, que protegeu o vosso assassino e prendeu gente inocente! Onde não há justiça, não há paz social. Podeis chorar, meu Presidente! Mas saibas que, tudo o que estais a passar por nós… nós sabemos e nunca vos esqueceremos. Todo o vosso sofrimento e humilhação não terá sido em vão! Podeis chorar, Bolsonaro! Chorais, porque é de chorar! Um país tão lindo, tão rico e um povo tão ingênuo, tão esquecido, maltratado, jogado na miséria, enquanto PODRES PODERES defendem as castas dos poderosos, inescrupulosos e seus expedientes escusos. Podeis chorar, Presidente! Porque vosso choro é nosso trunfo, que abafa e desmascara a gritaria enfurecida dos odiosos parasitas. Tirastes o Brasil da lama. Rompestes o círculo. As empresas estatais dão lucro! O mérito é vosso! E a inveja mata! Enxugais as lágrimas, Presidente! Pois tivestes a coragem de falar em DEUS, Pátria e Família ao MUNDO! Num mundo DOMINADO por covardes, sanguinários, pervertidos, abusadores e ditadores! Que coragem!!!!!!! Enfrentastes os comunistas, os metacapitalistas e os globalistas, como um líder de vanguarda! E hoje muitas nações vos seguem! Enxugais as lágrimas, Presidente! Há um POVO honesto neste país, que assim como eu, está CONTIGO ATÉ MORRER, pelo Brasil! 🇧🇷 Jamais estareis sozinho! E agora, sorria, meu Presidente! Pode sorrir! Um dia contarei para os meus netos, com orgulho no coração, que estive a um metro de apertar a sua mão! A mão do homem mais PODEROSO que liderou esta nação, para ela SER LIVRE! Sob o lema cristão de João 8:32: “E conhecereis a verdade e A VERDADE VOS LIBERTARÁ.” E A VERDADE NOS LIBERTOU! Sorria, eu, também!!! Que estive a um metro do “MITO”, a quem DEUS protegeu da morte certa, da calúnia infame, do escárnio vil, da inveja doentia, da loucura mentirosa e do ódio cego. Foi, realmente, uma honra! Sorríeis, Bolsonaro! Nós vos amamos, tanto quanto amamos a nossa PATRIA AMADA BRASIL! 🇧🇷🇧🇷 E choramos convosco, de emocionados e de orgulhosos, do país que estamos construindo! 🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷 Obrigada, Presidente Bolsonaro! Mil vezes, obrigada!!! Tenho plena certeza, que só a SUA ELEIÇÃO JÁ SALVOU 57,7 MILHÕES DE BRASILEIROS!!!!!! OU MAIS!!!! Ninguém fez tanto por nós! Brasil acima de tudo! 🇧🇷🇧🇷🇧🇷 Deus acima de todos!!! Vosso nome está em nossos corações orações ! Deus vos proteja e abençoe, sempre. Texto: Luciana Paola Camilotti Eng. Civil, Brasileira, Cristã, Conservadora e Mãe. Pelo futuro do MEU PAÍS! Pela LIBERDADE! 🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷

17/04/2022

Robespierres tropical.

Você não precisa ter um conhecimento histórico sobre o que significou jacobinismo e o girondino francês dentro do processo da revolução francesa para entender esta desumanização criada pelo stf contra o presidente. Basta ter discermimento para entender o que é mentira e verdade e quem anda mentindo proibindo as manifestações populares. As liberdades individuais sendo contidas por abusos de autoridade cujas autoridades carecem de valores democráticos. Por estas fronteiras tropicais a guilhotina não existe, mas, os carrascos são bastantes atuantes e não usam mas máscaras na cara. Perderam completamente a vergonha e o medo de se exporem. Mas uma verdade aflora no STF a medida que os "Robespierres das capas pretas" avançam. Resta saber se os sans-culottes tropicais ressuscita de novo a guilhotina levando os "Robespierres" ao púlpito vingativo. - Alberto Ribeiro Filho.

28/01/2022

OS CUSCUTAS RACEMOSAS.

Os Cuscuta Racemosa OS CUSCUTAS RACEMOSAS. Muito comum cunharmos os petistas como "petista raiz," mas, na verdade podemos dizer que a expressão acima nem chega a ser um eufemismo, mas sim um paradoxo. São parentes próximos da família das plantas parasitas. São as espécies do gênero Cuscuta da família Convolvulaceae, como a Cuscuta racemosa, popularmente conhecida como cipó-chumbo, uma liana nativa do Brasil. Comparar os humanos com plantas parece ser meio estranho mas não são diferentes. Carregam durante suas vidas a mesma forma de subtrair seu alimento às custas de outros (as) {agora sim!} plantas e trabalhadores raíz. São iguais no conteúdo e diferentes na forma. Algumas durante sua existência na subtração do alimento em outra planta raíz, chegam até embelezar nossos olhos com uma flôr, como é o caso dos fitoparasitismo em que a planta parasita é uma planta com flor, ou seja uma angiosperma. No petismo fitoparasitário também este mesmo processo de nos encantar (às vezes) com teorias marxistas cabulosas tentando mascarar seu verdadeiro intuito de se da bem na vida sem trabalhar, mesmo tendo um emprego de fachada, fazem com que eles se pareçam de fato com trabalhadores. Muito comum nos depararmos com servidores públicos que se apresentam como uma flôr, mas, continuam agarrados ao hospedeiro como sua verdadeira fonte de alimentação. Nos apresentam com títulos, boa formação acadêmica, tratam os hospedeiros com frases de efeito mas, na realidade nunca fincam raízes no solo fértil da iniciativa privada. Continuam agarrados a nós os hospedeiros. Nunca chame um petista de "petista raíz" e sim de "petista Cuscuta racemosa." - Alberto Ribeiro Filho.

13/11/2021

Como destruir uma democracia.

O Brasil está sem governo. As coisas essenciais para o cidadão, como o fornecimento de luz elétrica, o Corpo de Bombeiros e a coleta do lixo continuam funcionando, graças a Deus, nos lugares em que existem — as pessoas encarregadas de executar esses serviços vão trabalhar todos os dias, sabem o que têm de fazer e fazem direito. Não parou a extração de petróleo. O metrô abre às 4 da manhã e vai até a meia-noite. O sujeito que chega à porta de um pronto-socorro tem chances reais de ser atendido. A maioria dos sinais de trânsito está alternando o verde, o vermelho e o amarelo. O país já passou a marca dos 100 milhões de totalmente vacinados contra a covid, ou de 150 milhões com pelo menos uma dose — um bom exemplo mundial. Em suma: o que interessa, mesmo, está razoavelmente de pé, e isso não é assim tão pouca coisa. (Na Venezuela, por exemplo, a produção de 3 milhões de barris diários de petróleo caiu para 1 milhão. Pontes vão desabando aos poucos e as autoridades deixam cair, porque ninguém sabe como consertar. A inflação nos últimos 12 meses foi de 2.600%. O dia a dia é uma calamidade — e lá, claramente, existe governo demais. Ou seja: ter governo, mas governo ruim, não adianta nada.) O governo não consegue, sequer, baixar uma portaria lembrando que o cidadão tem o direito legal de não ser demitido do emprego caso se recuse a tomar vacina O problema é que no Brasil de hoje não existe governo nenhum no alto da árvore. Quem tem a obrigação legal, política e moral de governar não está governando — ou, muito pior ainda, um dos Três Poderes está impedindo ativamente os outros dois de governarem, com a ilusão de que governa tudo; no fim das contas, acaba sem governar nada, pois o que governa é apenas a desordem. Não há mais uma Constituição em vigor; ela é desrespeitada, caso após caso, pelo Supremo Tribunal Federal. Não há segurança jurídica, pois cidadãos e empresas não sabem, simplesmente, se a lei de hoje é a mesma de ontem, e se vai estar valendo amanhã. Ninguém sabe, também, se quando o Congresso aprova algum projeto é à ganha ou é à brinca. Juízes, procuradores e outros barões da Justiça, que dão a si próprios salários de R$ 80.000 por mês, ou mais, paralisam quando bem entendem a administração pública. Decisões econômicas cruciais não podem ser tomadas. A lei diz que não pode haver presos políticos no Brasil; há presos políticos no Brasil. A lei garante a liberdade de expressão; as pessoas são punidas por expressarem suas opiniões. Investigam-se, julgam-se e punem-se crimes que não existem no Código Penal Brasileiro, como o de “desinformação”, ou o de fake news. Não há mais independência de Poderes; o Congresso e o Executivo nunca sabem, nunca mesmo, se as suas decisões vão valer ou não. Se isso não é desordem, então o que é? O Executivo, com certeza, não manda nada. Mandar como, se as suas decisões mais simples são abertamente desrespeitadas? O governo não consegue, sequer, baixar uma portaria lembrando que o cidadão tem o direito legal de não ser demitido do emprego caso se recuse a tomar vacina. É uma coisa elementar. Mas o Ministério Público “do Trabalho”, que existe para proteger os empregos, diz que a decisão não vale; o prefeito de São Paulo diz que não vai aplicar a instrução e fica tudo por isso mesmo. O presidente Jair Bolsonaro quis nomear, como é seu direito legal, um diretor para a Polícia Federal; o STF proibiu, mandou nomear outro e foi obedecido. A cada 5 minutos, o mesmo presidente recebe de algum dos dez ministros do Supremo um prazo de “cinco dias”, ou coisa que o valha, para “explicar” por que fez isso ou aquilo. Uma entidade pública legalmente vinculada ao governo federal, a Fundação Palmares, está proibida de demitir qualquer funcionário, por qualquer motivo que seja — um caso provavelmente único no mundo. O presidente da República, de novo ele, é censurado abertamente pelas “redes sociais” — qualquer YouTube ou Twitter da vida se dá o direito de proibir o homem de falar, ou de selecionar o que ele fala. O governo não consegue levar uma linha de transmissão de energia elétrica para um Estado inteiro, o de Roraima, porque meia dúzia de índios e o Ministério Público não deixam. Não consegue, da mesma forma, construir uma ferrovia estratégica para o interesse público porque seu traçado passa em menos de 0,1% de uma “floresta nacional” — nem executar o seu projeto de “escola sem partido”, para limpar um pouco os currículos escolares da sua carga política e ideológica de esquerda. A administração federal está infestada por milhares de nomeações políticas feitas nos governos de Lula e Dilma Rousseff; os beneficiados não se subordinam aos seus superiores hierárquicos, mas à orientação do PT e de seus partidos auxiliares. O governo foi proibido de bloquear verbas de Goiás retidas por falta de pagamento das dívidas estaduais; a mesma coisa aconteceu com a Bahia. Durante a covid, especialmente, o Supremo deitou e rolou em cima da Presidência — a começar pela mais extraordinária decisão de todas, a que criou 6.000 repúblicas dentro do país, ao dar às “autoridades locais” independência quase absoluta para cuidar da epidemia. (Por conta disso, até hoje, dois anos letivos depois, há prefeitos que mantêm fechadas as escolas municipais.) Ao todo, segundo uma lista que circulou no Palácio do Planalto, os ministros tomaram, de 2019 para cá, 123 decisões diretamente contra o governo Não há nada que o STF tenha deixado de fazer para combater o governo. Bolsonaro foi intimado a “explicar”, em tantos dias, o decreto que facilitava o porte de armas, o corte de 30% nas verbas das universidades federais e o “Programa Verde Amarelo”. Exigiram, da mesma forma, que ele “explicasse” declarações que fez a respeito do pai do advogado Felipe Santa Cruz, presidente da OAB e destaque no atual palanque da oposição, sobre a ex-presidente Dilma Rousseff e sobre o jornalista americano Glenn Greenwald. Bolsonaro foi proibido de extinguir os “conselhos federais”, dinossauros burocráticos que prosperam sem controle de ninguém em Brasília. A medida que transferiu a demarcação de terras indígenas da Funai para o Ministério da Agricultura, um passo mínimo para enfrentar as fraudes na área, foi suspensa. Também foi cancelada a decisão de dispensar as empresas da obrigação de publicarem seus balanços em veículos de “grande circulação”. Foi anulada, igualmente, a extinção do “seguro obrigatório” para carros, o infame DPVAT. Enfim, são três anos inteiros da filosofia do “se é coisa do governo, então eu sou contra” — especialmente quando a “coisa do governo” é mexer em interesses materiais dos amigos do STF. Ao todo, segundo uma lista que circulou no Palácio do Planalto, os ministros tomaram, de 2019 para cá, 123 decisões diretamente contra o governo. Dá quase uma por semana. Faz algum sentido um negócio desses? Com o Congresso, o desastre é o mesmo. Até outro dia, numa aberração que jamais será explicada, a Câmara dos Deputados do Brasil era a única Casa parlamentar do planeta a aceitar que um dos seus membros, em pleno exercício do mandato, estivesse na prisão — ficou preso nove meses, aliás, por decisão pessoal de um ministro do STF. Foi um momento realmente extraordinário. O deputado não foi cassado em nenhum momento pelo plenário da Câmara. Recebeu todos os seus salários e vantagens. Seu suplente não assumiu. Com o mandato válido, poderia perfeitamente ter votado — mas não podia comparecer às sessões porque estava na cadeia, e não foi permitido, também, que ele votasse em esquema de xadrez-office, ou de teletornozeleira. Durante toda a sua prisão, como mostra a reportagem de capa desta edição, os 513 deputados federais da República aceitaram como coelhos assustados o ministro Alexandre de Moraes mandando chover e fazer sol; se tivesse decidido que o deputado Daniel Silveira ficaria preso pelo resto da vida, ninguém iria fazer nada. Que autoridade pode ter um Congresso desses? O presidente do Senado foi obrigado pelo ministro Luís Roberto Barroso, como quem dá ordens a um subordinado, a aceitar a realização da sinistra “CPI da Covid” Esse mesmo Senado morre de medo da ideia de examinar a conduta dos ministros do STF, como é seu direito e sua obrigação legais — os senadores passam mal só de ouvir falar no assunto. A lei criando o voto “impresso”, ou com comprovante de votação, foi aprovada de forma aberta e legítima pela Câmara; foi anulada, simplesmente, pelo mesmo ministro, e votada uma segunda vez — aí, com uma decisão aprovada pelo STF. Ainda agora, a lei do pagamento das emendas parlamentares, que representa exatamente a vontade da maioria dos deputados e foi aprovada da maneira mais lícita que se possa imaginar, foi vetada pelo STF. A ministra Rosa Weber, com o apoio dos colegas, decidiu legislar diretamente em lugar dos deputados: baixou uma série de ordens a que a Câmara deve obedecer em relação à matéria aprovada. Não há nenhuma razão lógica, administrativa nem constitucional para isso — a nova lei, morta ao nascer, é pura e simplesmente a decisão legítima de uma Câmara dos Deputados legalmente eleita. Sua anulação é apenas mais uma demonstração de que o Supremo continua dando a si próprio, como faz o tempo todo, o direito de dizer se as leis aprovadas pelo Congresso Nacional valem ou não valem — e como, exatamente, elas devem ser. Não interessa se a lei das emendas “do relator” é boa ou é ruim — se ela foi aprovada legalmente pelo Poder Legislativo, o STF não tem nada a ver com isso. Tem apenas de aceitar, como o Executivo e o resto da nação. Mas os ministros, cada vez mais, acham que cabe a eles decidir o que é bom e o que não bom para o Brasil. Seu trabalho não é mais aplicar a Constituição, mas decidir como o país tem de se comportar, da publicação de anúncios de sociedades anônimas à venda de seguros de carro, em nome do superior bem de “todos” — isso quando não estão ocupados em decidir o que é a verdade e enfiar gente na cadeia por fake news e atos contra o seu estilo de democracia. Os ministros têm uma capacidade praticamente ilimitada para fazer o mal, mas quase nenhum repertório para fazer o bem A atuação do STF não é neutra. É perfeitamente inútil esconder os fatos: dos dez atuais ministros do SFT, sete foram nomeados por Lula e Dilma. Como é possível pretender que, uma vez no Supremo, eles deixaram de ser quem eram e passaram a se conduzir como juristas imparciais? O mundo político, a mídia e a elite podem fazer de conta que uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas é óbvio que tem tudo a ver; na verdade, só tem a ver. As decisões do STF, assim, são as decisões de um partido político de oposição e geralmente de esquerda — aliás, virou um hábito de o PT e seus satélites recorrerem ao Supremo, e ganharem, a cada derrota que sofrem em votação no plenário. E a confirmação da independência do Banco Central, aprovada em lei no Congresso? E a recusa do Tribunal Superior Eleitoral, um derivativo do STF, em anular a chapa Bolsonaro-Mourão? São, de fato, decisões que saem da “curva” do tribunal, mas e daí? O conjunto da sua conduta compõe uma condenação maciça aos dois outros Poderes, o Executivo e o Legislativo, ambos eleitos livremente pela população brasileira — o que não tem nada a ver com as funções e os deveres constitucionais da mais alta Corte de Justiça do país. O grande problema para o Brasil, nessa salada, é que o STF não deixa o governo nem o Congresso governarem, mas também não consegue, ele próprio, governar o que quer que seja — cria a baderna jurídica, política e administrativa na sociedade, e fica flutuando acima dela, impotente para gerir problemas da vida real e sem responsabilidade pelas ruínas que cria. Os ministros têm uma capacidade praticamente ilimitada para fazer o mal, mas quase nenhum repertório para fazer o bem; o resultado é isso que se vê aí. Cada vez mais, os ministros se comportam — quase sem exceções — como o chefe que grita nas reuniões e acha que está impondo respeito, quando está apenas demonstrando falta de controle sobre si mesmo. É evidente, olhando com um pouco mais de atenção o que dizem nas suas decisões, que “caiu” o sistema em que se processa a atividade mental de suas excelências. Em algum lugar do circuito, um fio acabou desencapado — e o resultado é o espetáculo de ministros lançando bulas de excomunhão para castigar os culpados pela “polarização entre Poderes”, a “animosidade” na população, “ataques contra agentes políticos” e uma penca de disparates do mesmo tamanho. Como assim? Nada disso, obviamente, é proibido por lei. Desde quando dar notícias apresentadas “de forma parcial” é um crime, um desvio moral ou uma ameaça “à democracia”? Não tem mais muita coisa a ver com sanidade; tem tudo a ver com jurista de ditadura bananeira lendo sentença de condenação contra preso político. Governar não é isso.