08/11/2012


                         Seria o Lula o mandante ou um fantoche?

O Brasil tem histórias e estórias desde a sua colonização pelos portugueses aqui aportados na baía de Cabrália, hoje Porto Seguro. Lugar de beleza ímpar e praias maravilhosas. Os personagens que ilustraram este período fazem parte da História do Brasil e são fartamente documentados pelos escribas do Rei de Portugal à época D. Manoel. Pela tinta generosa destes escribas, os senhores navegantes eram figuras destemidas, corajosas e leais ao Rei de Portugal assim como os primeiros colonizadores que aqui deram o ar de sua graça. Fincaram raízes em solo de Cabrália e deu início a colonização brasileira. Durante 200 anos, fizeram das terras brasileiras a fonte de abastecimento do reino de Portugal, que para conservar sua hegemonia em terras distantes, mantinham suas capitanias hereditárias totalmente isoladas uma das outras e, seus habitantes não podiam aprender a ler e escrever. Sem estradas que às ligassem, viviam em total desinformação.
Passados 200 anos, a Europa vivia um período de guerras imposto por Napoleão Bonaparte Imperador  de  França. Napoleão, ameaçando Portugal com invasão, o Rei lusitano se viu acossado sob a égide dos seus generais franceses e acertou assinar um documento se comprometendo a viver sob a tutela francesa sem ser mais Rei de Portugal. Começa aí a tramar a traição ao Imperador/conquistador. Aos ingleses prometeu abrir  –até o momento fechado- os portos do Brasil para o comércio inglês caso os mesmos o protegessem com suas esquadras a vinda/fuga ao Brasil. Napoleão esperou e acreditou que o Rei D. João Vl covarde como era, cederia a sua investida militar. Ledo engano... D. João Vl na calada da noite e entrando pela madrugada retirou do banco português toda a sua riqueza à época acumulada e juntamente com seus súditos da corte, Barão, Duque Princesas, Príncipes etc... zarpou em destino ao Brasil protegido pela esquadra inglesa transferindo o reinado para terras brasileiras. Foi o início de tudo,nesta época começou de fato o Brasil. Napoleão quando soube da fuga murmurou raivoso:
- Fui enganado por um idiota –
Passados os tempos, a derrota de Napoleão na Rússia e as investidas inglesas pelo mar não fazia mais sentido D. João Vl permanecer no Brasil, pois Napoleão não representava mais o perigo. E sim, seu reino em Portugal. O que fez o idiota? Roubou de novo toda a riqueza acumulada no Banco do Brasil que ele fundou por obrigação do próprio reinado aqui estabelecido, e zarpou de volta à Portugal.
Passados trezentos (+-) anos o Brasil se torna um país que tem seu judiciário, seu presidente seus legisladores é de fato uma república, república brasileira. Surge então uma insatisfação generalizada com um presidente que mudou  novamente a história brasileira Fernando Henrique Cardozo (1996/2002) e o Brasil elege um outro presidente, Luís Inácio Lula da Silva. Este oriundo das camadas do sindicalismo, fundado no chamado ABC paulista, -Santo André, São Bernado e São Caetano -. O Brasil o recebe com clamor, só perdendo para a festa da democracia, da eleição de Fernando Collor de Melo (1988) que por sinal tinha nesta época derrotado o mesmo sindicalista o então raivoso Lula do PT.
Em 2002, vestindo uma nova roupagem marketeira escreveu (não ele) a “carta aos brasileiros” se comprometendo a dá continuidade as reformas do ex Presidente Fernando Henrique Cardozo afim de ganhar as eleições,pois os mercados ficaram nervosos com a possibilidade da vitória de tão despreparado candidato. Eleito, o Lula começa a montar um governo com seus asseclas de partido e ao mesmo tempo fatia os ministérios e criando outros (FHC deixou 29, ele criou mais 10=39) para a sua base de sustentação no congresso. Coube a maior parte ao PMDB do Sarney, Renan, Jader etc... Avesso ao trabalho e sem conhecimento da rotina presidencial deixa as obrigações presidenciais na mão do seu maior colaborador e responsável pela sua vitória na disputa eleitoral, José Dirceu, e começa a usufruir das benesses do cargo; Viajens, bebidas fartas, churrascos e parábolas ditas em tom jocoso nos compromissos presidenciais e fora deles. A sua base de apoio nada tinha de reclamar, pois recebiam religiosamente o prometido e todos aplaudiam o enrgúmeno.
Começam as desavenças quando os parlamentares da dita base de apoio observam que o grosso da corrupção não estava devidamente repartido. Um, Roberto Jefférson grita! “Existe um mensalão dado pelo governo aos parlamentares”! O Brasil entra em choque, cai à áurea do presidente/proletário. Ele já nesta altura,só veste Armani, bebe “Romannê Contí” come só Picanha argentina, compra um novo avião Frances, da EMBRAER “não serve, tanque pequeno” argumentou. O sistema financeiro mundial estava satisfeito com ele, fazia todas as vontades do sistema e ainda se comunicava usando os mesmos erros de português com os descamisados. Usou os programas sociais criados pela primeira dama Ruth Cardozo e o presidente FHC e unificou como “bolsa família”, ficando com a paternidade dos mesmos.
O seu principal ministro o da casa civil, José Dirceu, imbuído pelo sonho socialista de se eternizar no poder  estende seu domínio por todas as instituições e autarquias assim como as estatais, avançando com nomeações petistas –o seu partido- em detrimento da capacitação técnica dos nomeados. Avança com uma sinalização clara de domínio sobre a imprensa querendo-à tutela. Encontra resistência, mas não recua. Uma parte da imprensa o segue. O ministério de relações exteriores pavimenta o caminho com seus aliados para uma melhor compreensão do atual momento. Sua base popular, sólida no partido deixa o presidente Lula bem à vontade em continuar falando as besteiras de rotina sem ter de dar maiores explicações. Todos acham graça, todos estão nadando em felicidades com a economia em ascensão. Um feito que não depende tanto do comando na administração do ministério da Fazenda e do Banco Central como o presidente tanto apregoa, mas sim, da conjuntura favorável da economia mundial e dos mecanismos de controle inserido na burocracia lá atrás por Fernando Henrique Cardozo.
Um prefeito corrupto do PT, de uma cidade do Estado de São Paulo, Santo André, se aborrece com os desvios de recursos que ele destinava aos cofres do partido e resolve cortar a mesada, resultado; Foi assassinado, quem  matou? Perguntem ao Gilberto Carvalho. O presidente e o tesoureiro – José Genoíno e Delúbio Soares – do partido dos trabalhadores se envolvem com um pilantra marketeiro para lavar e pagar parlamentares da base aliada e comprar votos no congresso a mando de Lula e José Dirceu. Este último já condenado pelo Superior Tribunal Federal (STF) na Ação penal 470 (AP470) vulgo”mensalão” e o outro,o presidente falastrão das parábolas foi denunciado ao Ministério público pelo partido PPS recentemente (05/11/2012). Vamos esperar.
Uma parte das pessoas lúcidas acha que o Lula é de fato o verdadeiro chefe de uma trama que tentava derrubar os princípios da democracia brasileira usando dinheiro roubado das estatais e das autarquias a fim de comprar a oposição no congresso. Outra parte acha que não, ele é um fantoche nas mãos do instruído aluno das fileiras cubanas de Fidel Castro. Um dos últimos remanescentes, José Dirceu.
Atualmente uma senadora e nomeada ministra da cultura em troca de apoio a um candidato a prefeito da maior cidade brasileira, São Paulo, (Fernando Haddad, vitorioso) disse em alto e bom som que Lula “Era um DEUS”. Se comparado com seu filho, JESUS poderia com todo respeito às crenças, as religiões, a senadora ter pelo menos tentado acertar tal comparação, pois Lula nada escreve devido a sua total falta de interesse no aprendizado da língua portuguesa e talvez devido a uma baixa escolaridade e também por culpa da fragmentação da memória causada pelo excesso do álcool.  Suas parábolas serão reproduzidas em tom jocoso talvez, pelos livretos da literatura de Cordel. Serão criadas caricaturas que farão dele um herói dos quadrinhos, possivelmente também inserido nos Cordéis. E, como JESUS nada deixou escrito, tal comparação também não se faz justa. Pois o Salvador dos Judeus nos deixou exemplos de conduta, de fé, de moral e de religiosidade, respeito e amor aos próximos. Sócrates é outro que se pode fazer tal comparação, nada deixou escrito. Teve como discípulo o que o imortalizou, Platão, que escreveu o que ele disse, Xenofontes foi outro discípulo que dele bebeu os seus ensinamentos.
Seria apropriado compará-lo com D. João Vl, embora o Rei faça parte da História do Brasil e Lula fará parte da estória contada talvez nas literaturas de Cordél, pois o mesmo tinha os mesmos hábitos e os mesmos desvios de caráter. Como D. João Vl, Lula gosta de comer o primeiro de galinha, que carregava nos bolsos, o segundo não perde um churrasco, O Rei era chegado a um vinho, o energúmeno a cachaça, ambos são notórios mentirosos. Teve o Banco do Brasil como fonte de recursos em causa própria, sendo que Lula aperfeiçoou e aumentou seus tentáculos a outras repartições. D. João Vl enganou Napoleão Bonaparte e covardemente fugiu para o Brasil abandonando os seus súditos em terras lusas. Lula, nordestino brasileiro não se acanha em pedir refúgio em outro país caso a coisa se complique para o lado dele. A família tem até cidadania italiana, como disse D. Marisa, mulher dele, “ Temos que pensar no futuro dos filhos” 

www.brasilsoldaliberdade.blogspot.com                                                              Alberto Ribeiro Filho
 albertorf@gmail.com
                                                                                                                                     

             



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