28/09/2011

Líderes de barro.

Líderes de barro


As organizações de países através da ONU vão estar presentes na Rio+20 em Junho de 2012 na cidade do Rio de Janeiro. Propostas terríveis para calçar o nosso desenvolvimento estarão a caminho, inclusive a "The Lalonde Proposal" cujo defensor nada mais é que o coordenador do evento - Brice Lalonde - um certo frances que nos considera um povo pobre e que precisa receber dinheiro para não destruir as... reservas do planeta que tanto eles os ricos, precisam. A proposta que ele defende é a mesma que o ergúmeno lula defende. Ou seja "dar dindim prá nós, que nós cuida do terreiro". Com tantas preocupações de âmbito internacional com organizações de todos tipos inclusive as ONGS tentando ter ingerência e de certa forma procurando meios de mudar as leis a fim de nos ferrar. Fica agora estes politiqueiros de baixada tentando vender para a mídia um bairrismo exacerbado no tocante a divisão do Estado. Eles ignoram o principal ponto de atuação séria de quem ama e defende o seu torrão de terra.
Ficar com Índio, mata, reservas enormes improdutivas, extração mineral com data e hora certa de acabar os recursos, não é um bom negócio. Além do mais, tudo é Brasil e somos brasileiros. Caso o nosso amado pará fique menor, não seremos mais pobres do que somos, mas, ricos seremos.
Dê uma olhada nos munícipios com distância média de 200 Km da capital, o que temos? Pobreza e mais pobreza. O que estes políticos que amam o Pará agora, fizeram durante a sua atuação parlamentar e mesmo executiva? Nada! Sangraram, isto sim! Os recursos a eles destinados. Marajó com seus 16 munícipios, sendo que 12 nem possui agencia bancária e 5 deles consta na lista dos mais pobres do Brasil, sendo também incluído na lista dos piores munícipios em saneamento básico,75% da população marajoara não tem água encanada. Salinas. Santarém Novo em final de mês à cidade fica deserta, todos vão a Nova Timboteua sacar o "bolsa família e, de volta passa o mês todo jogando bilharito, Pirabas, Ilha de Cotijuba, e mais... A lista não para. Estes munícipios são ricos, sua população é que é pobre culturalmente, e este ditos politiqueiros vivem como sanguesuga a chupar a esperança que nasce em cada criança destes munícipios. A eles não interessam o desenvolvimento, mas sim, a ignorância. Só assim que eles se tornam líderes, mesmo sendo líderes de barro.
O que separa o Pará destes Estados, Carajás e Tapajós, não é uma fronteira física, até porque sempre serão Estados irmãos. É a separação da esperança que nutre os sonhos com a paralisia mental dos apequenados que não sonham.

Nenhum comentário:

Postar um comentário