22/10/2019

Quatro anos é pouco


Quatro anos é pouco


Durante décadas o brasileiro foi doutrinado esquecer a Lei e cultuar os bandidos. Este processo começou após o último governo militar com a anistia aos culpados pela crise política que culminou com ascensão do primeiro presidente da era militar (1964/1985).  Com eleição de Tancredo Neves e sua morte após eleito, os mesmos anistiados com novos oportunistas começaram uma propaganda negativa contra tudo que representava a Lei e as boas práticas de ética na vida pública.

Entre 1985 e 2018, aqueles que contribuíram para que o Brasil fosse uma nação de justos e homens probos, foram jogados no limbo da história, enaltecendo os ladrões, fazendo filmes cujos bandidos traficantes viram heróis, assassinos cruéis de uma guerrilha que nos  levariam a um regime que não deu certo em lugar nenhum do mundo, viraram heróis de novelas, filmes, banners. Tomando o cotidiano da política brasileira os que no passado foram banidos do país ou presos por roubo, voltaram a serem eleitos e enaltecidos como heróis por uma camarilha de idiotizados com títulos de eleitor na mão.

Terminaram suas aventuras políticas da mesma forma que foram no passado, presos por roubo, formação de quadrilha. Embora ainda presos continuam nas mentes dos idiotizados e oportunistas que os querem de volta para que tudo volte a ser o mesmo de antes. Só esquecem que teremos quatro anos de um governo de um simples Capitão da reserva eleito por um exército sem farda, sem coturno, mas motivados a resgatar um Brasil que nasceu como nação na esperança de ver brilhar em cada um dos seus cidadãos os princípios básicos dos valores moral e do cumprimento da Lei.
É uma missão difícil para um Capitão que foi eleito para combater em várias frentes; do judiciário, da política, da administração publica com seus corporativismos retrógados, de uma imprensa quase toda corrompida através das décadas por presidentes que os compravam com vultosas verbas públicas, nas estatais com seu corpo de funcionários privilegiados, nos ministérios, um combate sem trégua com as ONGS, enfrentamento ideológico com ditaduras e uma aversão que nutre pela prática de política partidária atualmente visando unicamente o roubo aos cofres públicos através das verbas aos partidos.

Se considerarmos que passaram trinta e quatro (34) anos doutrinando uma população contra tudo que é certo, não é apenas quatro (4) que vai mudar. O presidente sequer tem tempo de mudar o que a população toda conhece como um câncer implantado dentro da maior corte de justiça do país. O STF com seus negociadores com status de ministros, tenta de toda forma desacreditar a própria justiça.

Alberto R. F.

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