15/02/2019

Chico Mendes - Um inútil útil

O ÍCONE AMBIENTALISTA BRASILEIRO ESTÁ MORTO
 Com a vitória de Bolsonaro, o ícone ambientalista brasileiro Chico Mendes, criado para favorecer os interesses estrangeiros por Mary Allegretti, Herbert de Souza, Fernando Gabeira, José Carlos Castro, Deputado Fábio Feldman, Maria José Jaime (comunista Maoísta), Ricardo Carvalho, José Sarney e seus ministros, Fernando Collor de Mello e seus ministros de meio ambiente, Fernando Henrique Cardoso e Lula ( os grandes facilitadores do engessamento territorial e econômico da Amazônia) e seus ministros do meio ambiente, Banco Mundial e ONU, e outros, morreu.
 Chico Mendes, Francisco Alves Mendes Filho, mais conhecido como Chico Mendes (Xapuri, 15 de dezembro de 1944 — Xapuri, 22 de dezembro de 1988) foi um seringueiro, sindicalista, ativista político brasileiro com viés de esquerda. Chico Mendes iniciou a vida sindical em 1975, como secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Brasiléia. A partir de 1976 participou ativamente das lutas dos seringueiros para impedir o desmatamento (???). A tática utilizada pelos manifestantes era o "empate" — manifestações em que os seringueiros supostamente protegiam as árvores (seringueiras nativas) com seus próprios corpos. Chico Mendes, organizou também várias ações em defesa da posse da terra pelos habitantes nativos, os chamados posseiros (invasão de propriedades). Em 1977 participou da fundação do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri, sendo eleito vereador pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB) local. Chico Mendes, morto por um fazendeiro em consequência de estar impedindo a derrubada da floresta de propriedades de terceiros, floresta que continha apenas algumas seringueiras nativas, propriedade comprada com financiamento do Banco da Amazônia, que estimulava a derrubada da floresta com ou sem seringueira, para implantação de fazendas de criação de gado. É importante registrar que o Banco da Amazônia deixou de priorizar e subsidiar a produção de borracha nativa, por entender que essa atividade era antieconômica, e como tal produzia borracha de custo muito superior a produzida no Sudeste Asiático, portanto, uma atividade que só poderia ser sustentada com dinheiro público e não contribuía em nada para o desenvolvimento econômico e social. A questão do assassinato de Chico Mendes é uma questão que envolveu política do Estado brasileiro que resolveu desestimular uma atividade antieconômica que faliu o Banco da Borracha, setor que foi salvo pelo governo Castelo Branco, sob a administração de Armando Mendes com outra modalidade de produzir, substituta da atividade que jogou a Amazônia na estagnação e pobreza. O que aconteceu, a verdade é que a Mary Alegretti, ativista do meio ambiente estatal, comprometida e aliada com ingleses e canadenses representantes de Maurice Strong, ligado à ONU, homem dos Rockefeller, e gestor da Agenda 21 da ONU, por ele criada, para impor sua política ambiental que objetivava a reorganização do mundo em unidades administrativas e governos nacionais, diante das dificuldades encontrado na Amazônia, criaram uma estratégia utilizando Chico Mendes como “cavalo de troia” para implantar na região seu projeto ambientalista, o que necessitou fortalece-lo, aproveitando-se de sua atividade política desordeira chamada de “empate” (empatar o desmatamento em propriedade privada), o que gerou o conflito com o fazendeiro proprietário da terra, resultando na morte de Chico Mendes, fim previsto maquiavelicamente pelos ambientalistas. Mary Allegretti, ingleses e canadenses, Banco Mundial, ONU e Strong se aproveitaram da morte de Chico Mendes para transforma-lo num ícone protetor da floresta amazônica, tudo financiado por poderosos agentes econômicos públicos e privados, e divulgando por todo mundo a imagem do salvador da floresta amazônica, para forçar o Brasil a aceitar a política ambiental de domínio da Amazônia, e também para dificultar as exportações brasileiras com uma série de exigências. Portanto, quem matou Chico Mendes na realidade foi o ambientalismo representado por Mary Alegretti, um meio para forçar o governo brasileiro a recuar do projeto de desenvolvimento da Amazônia criado pelo governo Castelo Branco, tendo como representante o Banco da Amazônia e a SUDAM, que financiaram o fazendeiro,  autorizando-o a desmataar a floresta virgem e implantar fazenda de criação de gado. Chico Mendes, foi vítima do conluio criminoso de ambientalistas, transformado em ícone, para possibilitar o projeto de dominação da ONU, episódio que possibilitou o fortalecimento político de Marina Silva conduzida ao ministério do meio ambiente, e o PT que tomou politicamente conta do Acre, como, também, abriu uma grande porta para a invasão de ONGs estrangeiras e criação de ONGS nacionais financiadas pelo aparato ambientalista e indigenista, facilitando também, o avanço do indigenismo, o que travou qualquer possibilidade de desenvolver os Estados Amazônicos. Essa a verdadeira história que a mídia nacional e internacional não contou, com a finalidade de ajudar o projeto maquiavélico e dominador do governo global comandado por Strong.
 A indignação de Marina Silva, dos jornalistas e dos ambientalistas e indigenistas ao pronunciamento de Ricardo Salles, Ministro do Meio Ambiente, na TV Cultura, no dia 12.02.2019, alegando que não conhecia Chico Mendes, o “herói amazônico”, “defensor da floresta”, se explica pelo temor que esses traidores da pátria tem dos brasileiros tomarem conhecimento dessa farsa construída por maus brasileiros e piratas estrangeiros, que destrói  a imagem do “herói” deles no lixo, mostrando ao mundo como agiam e interagiam desonestamente os piratas estrangeiros no Brasil, se intrometendo nos negócios brasileiros e corrompendo as pessoas para alcançar seus objetivos mesquinhos e criminosos. Marina Silva tem razão em dizer que Salles estava desinformado sobre a existência de um Panteão da Pátria, um inocente útil destinado a ser cobaia de pessoas indignas. Chico Mendes tinha consciência do seu papel e se entregou de corpo e alma para servir aos interesses dos estrangeiros, merece o Panteão de um dos maiores traidores da pátria brasileira. Tenha paciência, Marina Silva, considerar Chico Mendes um herói da pátria é muito servilismo aos interesses inconfessáveis dos ambientalistas e indigenistas, é fazer pouco de milhões de brasileiros que foram jogados, junto com o Brasil, no fundo do poço,  por piratas estrangeiros com a colaboração de brasileiros desonestos.
 O problema maior dos mafiosos, dos bandidos e dos piratas é esquecerem ou ignoraram por conveniência, que existe uma coisa chamada memória, e que mais cedo do que pensam ela vem à tona e mostra a verdade dos fatos. Vou tirar do baú da história recente alguns acontecimentos que merecem o conhecimento do povo brasileiro e da mídia que se faz ignorante por conveniência.
 CEDI (Centro Ecumênico de Documentação e Informação) e um grupo de ONGs encabeçado pela NWF (National Wildlife Federation) e a ONG NRDC, com apoio de órgãos oficiais do Canadá, realizaram o Encontro de Altamira. O governo brasileiro foi apenas “convidado” para discutir, a partir da conveniência dos “gringos”, os projetos de desenvolvimento da Amazônia, com destaque para usinas hidrelétricas, com lideranças indígenas e ONGs internacionais. No evento, uma índia caiapó, desrespeitosamente, esfregou um facão no rosto do diretor da Eletronorte, Antônio Muniz Lopes, foto publicada em vários países. Período compreendido entre 1987, 1988, 1989, onde o movimento ambientalista converte Chico Mendes em celebridade internacional. Pertenciam ao aparato ambientalista, José Lutzemberger, Mary Allegretti, e outros bandidos. O assassinato de Chico Mendes ganha uma deflagração imediata com uma campanha internacional de ataques ao Brasil.
 1990, 1991, 1992, eleições livres no Brasil. Eleito Collor de Mello. Criação da proposta o Plano Piloto para Conservação da Floresta Amazônica, em troca de dólares do G-7, sete países mais ricos. ECO-92, reunião referencial de ocupação da Amazônia com aval do governo brasileiro para atender a Nova Ordem Mundial. José Lutzenberger e José Goldenberger, integrantes da rede de ONGs e fundações, ajudam a entregar a Amazônia aos estrangeiros. Collor concede poderes imperiais à Fundação Nacional do Índio (FUNAI) para realizar demarcação de terras indígenas por meio de procedimentos arbitrários. Greenpeace reúne 80 ONGs estrangeiras para proibir a extração de madeiras e causa a falência do setor madeireiro jogando milhares de trabalhadores na orfandade e prejudicando o desenvolvimento da Amazônia. Mary Allegretti, do Instituto de Estudos Amazônicos (IEA) e do governo, começou a receber dinheiro da Fundação Ford, em 1978; em 1985 se associa ao antropólogo Steve Chwartzman para dar início ao programa de ocupação da Amazônia e de criar um ícone salvador da floresta amazônica.
 A ideia de soberania relativa trazida por Strong, iria ser aplicada a todos os estados nacionais, e não apenas à Amazônia.
 Entre 1989 e 2002, a Amazônia se tornou o primeiro e o único objeto da intervenção direta do ambientalismo internacional, isto porque, segundo Pascal Lamy, presidente da OMC, “a Amazônia e as outras florestas tropicais do planeta deveriam ser consideradas bens públicos mundiais e submetidas à gestão coletiva.”
 O que aqui relatamos são apenas pequenas verdades desse processo indecoroso, infame, velhaco que usou o meio ambiente para sacrificar pessoas, regiões e países, transformando de pessoas inocentes em canalhas. O que o ambientalismo e o indigenismo fez com a Amazônia e o Brasil é um crime que merece uma resposta incisiva e corajosa e a coragem para mostrar a todos os brasileiros que são os verdadeiros inimigos da pátria brasileira.
Armando Soares – economista
E-mail: armandoteixeirasoares@gmail.com

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